quarta-feira, 29 de julho de 2009

Sobre Freinet

Aproveitem o video e a belissima música de Heitor Villa Lobos.


Não ao preconceito

Atividades para Educação Infantil
4 a 6 anosPrática pedagógica
Sequência Didática:Não ao preconceito

Conteúdo
Identidade e Autonomia

Objetivos
- Estimular o respeito à diversidade.
- Formar cidadãos preocupados com a coletividade.

Publico Alvo:
Creche e pré-escola.

Tempo estimado
O ano todo.

Materiais necessários
Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas, linha, agulha, botões, papel, lápis de cor e giz de cera.

Desenvolvimento
Atividade 1
Reúna a turma em círculo para ouvir você ler histórias que tratem da diversidade e valorizem o respeito à diferença. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.

Atividade 2
Convide os pais para fazer, junto com os filhos, uma oficina de bonecos negros. Ofereça o material necessário.
Depois de prontos, deixe-os à disposição na sala para as brincadeiras ou organize um revezamento para que as crianças possam levá-los para casa.
Os pequenos criam laços com esses objetos e se reconhecem neles.

Atividade 3
Um dos problemas enfrentados pelas crianças negras é relacionado aos cabelos. Não é difícil ouvir algumas falando que gostariam de tê-los lisos.
Mexer nos cabelos e trocar carinho é uma forma de cuidar delas, romper possíveis barreiras de preconceitos e aprender que não existe cabelo ruim, só estilos diferentes. Sugira que a turma desenhe em uma folha os diferentes tipos de cabelos (textura, cor etc.) que existem.

Atividade 4
Peça pesquisas sobre a história de alimentos e músicas de diversas origens. Planeje momentos de degustação e de escuta. As aulas de culinária são momentos ricos para enfocar heranças culturais dos vários grupos que compõem a sociedade brasileira. Conhecer músicas em diferentes línguas é um bom caminho para estimular o respeito pelos diversos grupos humanos. Isso se aplica a todas as formas de arte.

Avaliação
Observe em brincadeiras e falas se as crianças aceitam bem a diversidade e se todos valorizam suas origens e a auto-imagem.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Férias?

Férias.

Apenas curta.
Vá ao cinema.
Leia até tarde.
Beije na boca.
Fale bobagens.
Respire com calma.
Escute uma música.
Leia o jornal de trás pra frente.
Durma de tarde com seu filho.
Simplesmente, entre de férias.
Recarregue as energias.

Carpem Diem!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Declaração de Amor aos Seres Humanos

Recordando e reafirmando os princípios declarados na Carta Universal dos Direitos Humanos da ONU nós, seres humanos que decidimos livre e amorosamente nos encontrar nestes três dias mágicos para semear a Paz, fazemos a seguinte Declaração de Amor aos Homens e Mulheres da Terra:

1. Todas as pessoas do mundo têm o direito de viver e de sonhar com um planeta mais justo e pleno de dignidade e de amor.

2. Todas as pessoas do mundo têm o direito de brincar na chuva e soltar barquinhos de papel nas sarjetas e enxurradas.

3. Todas as pessoas do mundo têm o direito a uma educação que forme seres humanos livres, criadores, inventores e produtores de novos conhecimentos.

4. Todas as pessoas do mundo têm o direito de construir a sua própria "Constituição", escolhendo os valores para nortear uma conduta pessoal solidária e fraterna.

5. Todas as pessoas do mundo têm o direito de estabelecer relações humanas amparadas na fraternidade e no respeito à diferença.

6. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se encontrar pelos caminhos que levam à festa e à fruição da vida e da alegria.

7. Todas as pessoas do mundo têm o direito de escutar o Outro e comungar de suas esperanças e sonhos.

8. Todas as pessoas do mundo têm o direito de plantar girassóis para que todas as tardes sejam de primavera.

9. Todas as pessoas do mundo têm o direito de descobrir o sorriso ou a dor que mora no Outro.

10. Todas as pessoas do mundo têm o direito de ser, ao mesmo tempo, flor e beija-flor, para provar da doçura que é a natureza do Outro.

11. Todas as pessoas do mundo têm o direito de habitar em casas que sejam como corações abertos, acolhedoras e sem trancas, onde sempre brilhe a luz da fraternidade.

12. Todas as pessoas do mundo têm o direito de construir dentro de si mesmas um templo para o seu Deus, na forma em que O conceberem.

13. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se embriagar de paixão e de se "jogar nos precipícios para colher morangos", somente saboreados por aqueles que ousam se atirar para além de todas as limitações impostas.

14. Todas as pessoas do mundo têm o direito de não morrer de saudade e de percorrer os caminhos que levam ao encontro e aos beijos dos amantes.

15. Todas as pessoas do mundo têm o direito de que o trabalho seja um campo em que floresça a dignidade humana, sempre no horizonte de servir e amar o Outro.

16. Todas as pessoas do mundo têm o direito de serem os guardiões dos portões do Jardim da Humanidade.

17. Todas as pessoas do mundo têm o direito de saborear os frutos coloridos e suculentos da sabedoria, da arte e da ciência sem precisar dar dinheiro em troca.

18. Todas as pessoas do mundo têm o direito de não serem medidas por suas posses.

19. Todas as pessoas do mundo têm o direito de se expressar livremente, impregnando a palavra de paixão transformadora.

20. Todas as pessoas do mundo têm direito à comunicação e à informação para construir um mundo baseado na igualdade entre homens e mulheres.

21. Todas as pessoas do mundo têm o direito de acreditar que a unidade, com respeito às diferenças dos povos, é não somente possível, mas inevitável para alcançar a paz mundial.

22. Todas as pessoas do mundo têm o direito de saber a verdade sobre os caminhos e os roteiros que levam à liberdade e à dignidade.

23. Todas as pessoas do mundo têm o direito de conviver amorosamente com os animais e com todos os seres da natureza que estão na Terra.

24. Todas as pessoas do mundo têm o direito de transformar os muros que as separam em praças onde todos se encontrem para celebrar a cidadania e a solidariedade.

25. Todas as pessoas do mundo têm o direito de errar e serem amparadas carinhosamente na retomada da vontade de crescer e aprender mais e mais.

26. Todas as pessoas do mundo têm o direito a não mais ter medo das palavras Paz e Amor.

27. Todas as pessoas do mundo têm o direito de cultivar a terra e dela receber o alimento sagrado para o sustento do corpo e da alma.

28. Todas as pessoas do mundo têm o direito de chorar de alegria.

29. Todas as pessoas do mundo têm o direito de receber tratamento humano na saúde e na doença e de fazer escolhas livres e conscientes sobre tudo que envolva a vida e a morte.

30. Todas as pessoas do mundo que não sonham estes sonhos têm o direito de serem tocadas no coração para que desejem também caminhar na beleza...

Encontro de Jornalistas para a Paz
Florianópolis, 08, 09 e10 de dezembro de 1998...

Manifesto por um Brasil Literário

Manifesto por um Brasil Literário lançado em Paraty

Hoje na FLIP em Paraty, foi dia de Manifesto por um Brasil Literário, lido publicamente pelo escritor Bartolomeu Campos de Queirós. Formulado com o apoio do Instituto C&A, da Associação Casa Azul, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, do Instituto Ecofuturo e do Centro de Cultura Luiz Freire (CCLF), documento pretende promover o debate sobre a importância da leitura literária e das políticas de promoção da leitura.

O Manifesto é o ponto de partida para as discussões em torno da importância da leitura de livros. E da busca do prazer de ler. O objetivo é acolher propostas e engajar o maior número de pessoas em torno dessa causa, para mobilizar o país em busca da construção de um Brasil literário.

O debate foi orientado pelas seguintes questões: é possível transformar o Brasil em um país de leitores? O que entendemos por um país de leitores e o que esperamos dele? Como fazer para que as ações existentes de promoção da leitura possam convergir para uma atuação conjunta na construção de um país leitor?

Depois da FLIP, os interessados podem acompanhar as ações de incentivo à leitura literária que estão acontecendo no país, conhecer a agenda que pauta essa temática e saber os próximos passos. Essas iniciativas darão base a um movimento nacional de incentivo à leitura literária e estarão publicadas no site http://www.brasilliterario.org.br, também lançado no dia 2. O espaço virtual abrigará um fórum de discussão, enquetes e notícias com essa temática e é o principal meio de adesão ao manifesto.

fonte: Comunicação Flip - Flávio Moura

quarta-feira, 8 de julho de 2009