domingo, 25 de janeiro de 2009

Dica:fazer valer a lei!

Estou pesquisando para revisar e montar os conteúdos programáticos das leis 10.639/03 e 11.645/08 respectivamente na rede de ensino de Japeri.

É um trabalho árduo, pesado, mas gostoso, produtivo. Gosto mesmo disso, e fuçando aqui e ali descobri um site muito interessante que indico para vocês.

É o site fazervaleralei.blogspot.com/ da educadora Zelinda Barros e colaboradores.

Lá vocês encontram downloads de vários livros sobre diversas temáticas: legislação, etnia, índios e negros, diversidade racial e cultural, além de downloads das cartilhas sobre liberdade religiosa e anemia falciforme. Muito legal mesmo; Vale a pena conferir.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Congresso Internacional sobre Educação Infantil e Séries Iniciais


( para ler melhor, dê um click)

Reunião de Planejamento: Video-debate

Esse vídeo é uma sugestão para uma reunião de planejamento inicial.

É uma parte do filme de Charles Chaplin "Tempos Modernos", que fala sobre o controle da máquina sobre o homem, da alienação, e massificação do trabalhador.Você que é Coordenador Pedagógico, pode partir dele para sensibilizar sua equipe.

Um tema central:

Até que ponto as influências externas( Mídia,globalização,sociedade, mercado financeiro, novelas, Literatura,Governos, Secretarias de Educação, etc...) cristalizam, emperram ou nos levam a novos desafios?

Esse Vídeo:



Ou esse:

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Plano de Aula: Criando Máscaras

Tá bom, vai lá, ainda estamos de férias, e eu aqui querendo fazer plano de aula né?

Rsrsrsrs

Tá legal, mas...Coordenador Pedagógico tem férias?

Então, aproveite, e guarde essa sugestão básica.

Eu adoro trabalhar com máscaras. As máscaras tem uma importância fundamental na sociedade africana, vocês podem organizar essa atividade, para uma boa aula de Africa com máscaras.

Plano de aula

Educação Infantil

Modelando máscaras

Introdução

A modelagem com a argila é uma das possibilidades de produção tridimensional. Os procedimentos de escultura com este material, precisam ser aprendidos, para que as crianças possam se apropriar gradativamente desses saberes e se sentirem cada vez mais capazes de produzir esculturas em argila.

Objetivos
- Aprender os procedimentos para modelar uma placa em argila
- Aprender a modelar um objeto
- Criar máscaras

Conteúdos
Modelagem de máscaras.

Ano
4 a 6 anos

Tempo estimado
40 minutos.

Material necessário

Aproximadamente 1 quilo de argila para cada 3 crianças.
Um pedaço de barbante ( para cortar a argila)
1 palito de churrasco para cada criança
Papelão cortado (20cm X 20cm)

Desenvolvimento da atividade

Em roda, no chão, a professora irá apreciar junto com seus alunos algumas imagens de máscaras: que materiais foram utilizados, tamanhos, formatos e expressões. Apresentar a proposta de modelagem de máscaras. Distribuir um papelão cortado e um pedaço de argila ( cortando-a com barbante) para cada criança, do tamanho aproximado do dobro da mão dela. Ensinar os procedimentos de esticar uma placa com a base da mão e propor que cada um faça a sua placa, com espessura de 1,5cm ( mais ou menos). Convidar as crianças para criarem suas próprias máscaras (com o auxílio do palito) pensando no formato (comprido, oval, irregular, redondo) e expressão que terá. Elas podem modelar acrescentando ou retirando argila para realçar a expressão. Observar as diferentes máscaras que vão sendo criadas, mostrando características e detalhes. Incentivar a observação e troca entre elas. Depois de pronta, propor que façam um furo atrás para que depois de seca possa ser pendurada. Pedir a contribuição de todos para arrumação da sala.

De: Renata Caiuby

Exemplos de máscaras:



Avaliação

Observe como cada máscara foi modelada: formato, detalhes, expressão, etc Valorize a apreciação e a diversidade de resultados.


Bibliografia

300 Propostas de Artes Visuais, Ana Tatit e Maria Silvia M. Machado, 283 págs, Ed.Loyola.
Máscaras Brasileiras, Jacob Klintowitz, 217 págs, publicado pelo Projeto Cultural da Rhodia.


Consultor Renata Caiuby

Coordenadora do Projeto de Formação Continuada no Município de São Caetano do Sul pelo DICA e capacitadora em Artes pelo CEDAC.( Fonte:Nova Escola On Line)

sábado, 17 de janeiro de 2009

Texto de Reflexão

Cortesia no dia-a-dia


Qualidade de vida é fundamental, mas quase ninguém pára para pensar que a vida pode ser muito melhor e mais simples se incorporarmos pequenos gestos e atitudes que podem fazer a maior diferença no nosso cotidiano e - claro - também na vida. Ser cortês no trabalho, em casa ou em qualquer outro lugar fará com que você receba de volta, pelo menos, um sorriso. E isso, também pode melhorar seu dia, seu humor, sua vida.

· Abrir a porta do carro para a sua namorada ou amiga não é apenas um ato elegante em desuso. É uma forma de cortesia que demonstra o seu respeito e carinho pela pessoa.

· No trabalho sempre que for buscar um café ou água, não custa perguntar se alguém quer e trazer com prazer - pelo menos para quem senta ao lado ou os colegas mais próximos.

· Mesmo que você não fume, esvazie os cinzeiros de quem senta perto ou mesmo em casa. E, claro, faça-o sem reclamar ou cara feia...

· Ainda sobre reclamar - há pequenos inconvenientes no dia-a-dia que realmente incomodam: ter que manobrar o carro na garagem para dar passagem a outro, ou tirar o lixo de casa. Estes são exemplos prosaicos, no entanto, como são inevitáveis, é melhor que encaremos com um certo humor, sem fazer pesar a quem está perto o "sacrifício" que estamos fazendo.

· Ser cortês também está ligado a não ser folgado... Por isso, no carro de alguém ou mesmo em casa, não mude o canal da TV ou a estação de rádio sem consultar o dono do carro ou as pessoas que estão junto. E lembre-se: por favor e obrigado são palavras essenciais...

· Em supermercados não faltam ocasiões para ser gentil. Deixe aquela senhora ou senhor idoso passar na frente na fila dos frios ou da carne. Mas, principalmente, na fila do caixa quando você está com o carrinho lotado e atrás de você está uma pessoa com um ou dois volumes a mais do que o permitido no caixa expresso - dê um sorriso e deixe passar.

· Você sabe que seu colega adora determinada bala, bombom ou bolacha. Se, de vez em quando você aparecer com alguns para ele(a) pode ter certeza que não vai parecer uma cantada, mas sim que você é uma pessoa que pensa e sabe dar atenção aos outros - entre outras coisas.

· Saindo da sua garagem, em esquinas ou em cruzamentos, mesmo que esteja com pressa, vá com calma e deixe o nervoso, atacado ou estressado, seguir na sua frente. Em vez de buzinar, xingar e fazer cara feia, sorria e pense em seu bem estar. Nada é mais importante que o seu bom humor.

· Para os homens, ser gentil com as mulheres é uma questão de princípios. E não apenas com aquela na qual está interessado. É essencial a cortesia em todos os momentos e até mesmo no modo de falar ou pedir alguma coisa, principalmente em cargos de chefia.

· Você vê aquele casal lutando com o carrinho de bebê na escada rolante e o outro filho pela mão. Custa ajudar com o carrinho ?

· Depois de ir a um jantar na casa de seu amigo(a) ou chefe é extremamente gentil e sempre bem-vindo ligar para agradecer o convite, completando que adorou o jantar.

· Procure incorporar a cortesia em sua vida. No elevador, em filas, e principalmente em lugares difíceis ou situações de crise.

Essa é a diferença entre o sujeito insignificante, igual a todos e aquele de quem todo mundo lembra quando quer companhia.

Texto de Claudia Matarazzo

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Projetos de leitura crescem no País

Eles sabem que metade da população adulta é analfabeta funcional, que os brasileiros não leem nem dois livros por ano e que os estudantes estão entre os piores do mundo em testes de leitura. Mesmo assim, contrariando uma realidade preocupante, uma série de pessoas sozinhas, organizações não-governamentais e mesmo municípios e Estados estão multiplicando projetos de incentivo à leitura pelo País. Dados do Programa Nacional do Livro e Leitura (PNLL), dos Ministérios da Cultura e da Educação, mostram que o número de projetos cadastrados saltou de 162 em 2006 para quase 600 em 2008.

A última edição do Prêmio Vivaleitura, por exemplo, teve 1.899 projetos inscritos de todos os Estados, tanto das capitais quanto dos pequenos municípios do interior do País. São bibliotecas em casas de palafita na região amazônica, nas garagens da periferia de grandes cidades, no lombo de animais, nos carrinhos de catadores de papel, no porta-malas de carros, em ônibus adaptados. Vizinhos que se unem e criam grupos de leitura, professores que criam modelos pedagógicos para serem usados extraclasse, redes de ensino que reformularam seus programas.

"A principal característica deles é que boa parte envolve um alto grau de voluntariedade e criatividade", afirma Jefferson Assumpção, coordenador-geral de Livro e Leitura do Ministério da Cultura. "Apesar de haver muitos geridos por governos e empresas, geralmente os projetos são criados por pessoas que se sentem modificadas pela leitura, que desenvolvem uma profunda relação com os livros e que querem levar isso para os outros", diz.

Em Alto Alegre do Pindaré, uma cidade maranhense com menos de 30 mil habitantes, um jegue circula pelas ruas de terra carregando bolsas cheias de livros. Senhoras, crianças e adultos formam fila para emprestar até dois exemplares por vez, todas as semanas. Em Florianópolis, uma moradora do bairro da Lagoa da Conceição construiu uma biblioteca dentro de um barco para que pudesse emprestar livros para várias comunidades, inclusive as de difícil acesso - o projeto hoje é coordenado por uma ONG chamada Sociedade Amantes da Leitura.

"O essencial em um projeto é possibilitar que a biblioteca saia do prédio fechado e chegue até as pessoas", diz Lourdes Atiê, coordenadora pedagógica do Prêmio Vivaleitura, uma iniciativa criada há três anos pelos Ministérios da Educação, da Cultura e pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), com patrocínio da Fundação Santillana. "Depois disso, precisam pensar não apenas em distribuir os livros, mas em ajudar para formar um leitor autônomo. A universidade precisa dialogar com a comunidade, a escola precisa atrair o interesse do seu aluno e a sociedade deve ajudar a ter canais entre pessoas e livros."

EM VEZ DE LIXO, LIVROS

"Ler e brincar, é só começar", reza o lema de um projeto na Liberdade, região central de São Paulo. A cada duas semanas, sempre às terças-feiras, uma carroça de catadores de lixo sai da sede da Associação Maria Flos Carmeli, na Rua do Glicério, e estaciona no pátio da Igreja Nossa Senhora da Paz, a poucos metros dali. Em vez de lixo, a carroça fica carregada de livros. Poucos minutos depois, está rodeada de crianças, na maioria alunos da escola municipal que funciona ali pertinho, atentas às histórias contadas pelo jovem Fábio Pereira de Abreu, de 29 anos.

E quem é esse sujeito, capaz de cativar as crianças com livros? Paulistano da Vila Brasilândia, zona norte da capital, ele já tinha trabalhado como contínuo, auxiliar de expedição e em uma lan house, até conhecer a associação. Acabou contratado como monitor de informática. Há um ano, foi convidado pela coordenadora pedagógica da ONG, Silvana do Nascimento, para fazer um teste de mediação de leitura. Ele nem sabia muito bem o que era isso, mas já adorava crianças. Sua experiência anterior em algo parecido eram as peças teatrais que ele encenava com os colegas em uma igreja na Vila Brasilândia, quando adolescente.

Fábio foi aprovado. "Sou fascinado por criança", não se cansa de afirmar. "É preciso ter um cuidado especial para ler para elas. Comecei utilizando fantoche, depois fui criando fantasias que tinham a ver com as histórias." Foi assim quando leu A Casa Sonolenta, de Audrey Wood, sobre um lugar em que todos viviam dormindo. "Coloquei pijama e pantufas", lembra. Foi um sucesso.

Depois disso, a cada história, inventava uma fantasia. Vestiu-se até de galinha. "Ler para as crianças é o que mais gosto de fazer", conta. "Quando estou fantasiado, elas ficam em dúvida se sou eu mesmo", diz. Ao se preparar para contar Os Três Lobinhos e o Porco Mau, de Eugene Trivizas, no dia 2 de dezembro, resolveu inventar uma espécie de personagem-coringa. "Transformei-me no ?Palhaço das Histórias?", diz. Ele pretende repetir o personagem em outras sessões.

A carreira de contador de histórias mudou a rotina de Fábio. Ele, que não tinha o hábito da leitura, agora devora oito obras por semana - todas infantis. "Não sabia nada de literatura infantil", revela. "No começo, a coordenadora pedagógica da associação era quem indicava os títulos que devia ler." Tomou tanto gosto pela coisa que acabou entrando no curso de Pedagogia, na Uninove.

E de onde veio a ideia de levar os livros nessas carroças? "As crianças que atendemos aqui na associação (cerca de 90, de 3 a 6 anos) são, em sua maioria, filhos de catadores de material reciclável", explica a coordenadora pedagógica, Silvana do Nascimento. Quem leva a carroça até o pátio, a cada 15 dias, é um carroceiro profissional, pai de algumas das crianças atendidas.

O acervo da ONG é formado, principalmente, por livros recebidos em doação. São 1,8 mil títulos. A cada evento, a carroça leva 400 deles. Os livros podem ser emprestados pela criançada - em média, são retirados 82 por mês -, que se compromete a devolver na quinzena seguinte. "As crianças cuidam bem dos livros", se orgulha Fábio. "Até hoje, perdemos apenas dois exemplares."

NÚMEROS

4,7 livros
é a média de leitura anual da população brasileira, incluindo a Bíblia e livros didáticos e técnicos, segundo pesquisa feita no ano
passado com adolescentes e adultos pelo Instituto Pró-Livro

1,3 livro
é o número de obras que os brasileiros leem por ano por vontade própria, sem ser obrigados por escolas ou universidades

1,1 livro
é o número de obras que as pessoas compram por ano

39% dos leitores
brasileiros têm até 17 anos, ou seja, estão em idade escolar e leem livros indicados pela escola; 14% têm entre 18 e 24 anos, idade
compatível com ensino superior

Fonte: O Estadão de Hoje.

Saramago diz que estímulo à leitura é "inútil"

Encontrei essa entrevista num site, e achei bastante interessante, ela é de 2006, e deixa bem claro a opinião do escritor José Saramago a respeito da motivação para a leitura.
Achei a declaração bastante controversa, já que partindo do grande escritor causa bastante especulações.

Discordo de seu ponto de vista, porque acredito que se o gosto pela leitura se aprende, então pode e deve ser ensinado.


Vamos a reportagem.

"O prémio Nobel da Literatura José Saramago questionou a utilidade de o Estado estimular a leitura e disse que o "voluntarismo não vale a pena, é inútil" numa área que "sempre foi e será coisa de uma minoria", disse quarta-feira à noite num debate na Biblioteca Municipal de Oeiras.

"Não vamos exigir a todo o mundo a paixão pela leitura." Saramago disse desconhecer o conteúdo do Plano Nacional de Leitura (PNL), de cuja comissão de honra faz parte (com mais 100 pessoas) por ser "uma fatalidade, como as bexigas", por causa do Nobel.

Sobre o PNL disse apenas que "há dinheiro para gastar", mas resta "esperar para ver que resultados". "O estímulo à leitura é uma coisa estranha, não deveria ter que haver outro estímulo além da necessidade de um instrumento que permita conhecer."

"Mal vão as coisas quando é preciso estimular", defendeu, contrapondo que "ninguém precisa de estímulos para se entusiasmar com o futebol". Ontem, a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, disse: "Discordo e acho que Saramago está a falar de um qualquer plano de leitura e não deste." Mais tarde, disse: "Estamos certos que [Saramago] vai colaborar."

fonte: http://leziria.blogspot.com/

E você o que pensa sobre o assunto?

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Curumim 4

(Dê um click em cima que você lê tudo timtim por timtim)

Estou muito feliz hoje.

Recebi da editora a capa da Coletânea que tem meu texto infantil " O amor de Pigmaleão."

Esse é o meu segundo livro de coletânea.

O primeiro foi Mariazinha zinha zinha. Só que este tem ilustração. A ilustração da minha história do Pigmaleão foi feita por um guri da periferia de Brasília, que tem 11 anos e se chama Hyuri Martins Queiróz .

O livro Curumim 4 tem autores do Brasil, Cuba, Argentina e do Uruguai.

O lançamento será em Porto Alegre,e se eu for, eu conto tudinho pra vocês.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Feliz 2009

Feliz ano novo a todos e todas que encontremos uma maneira de promover a paz em nosso mundo, promover a justiça, lutar pelos nossos direitos e idéias, que nosso espaço de aprendizagem e de trabalho seja democrático e que possamos trabalhar com autonomia e delicadezas.

Um abraço a todos e todas, Feliz 2009!!!