Paideiavirtual
O Site do Coordenador Pedagógico
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ano novo, desafios novos
Assumi neste ano de 2012 um desafio hercúleo de gerenciar o Departamento Pedagógico da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Japeri.
Se pensarmos na secretaria como uma grande escola, vemos o tamanho do meu desafio: Aproximadamente 1600 professores e 15 mil alunos da educação infantil ao 9º ano do ensino fundamental.
Tenho estudado muito, pois sem as leituras teóricas como retaguarda da prática, sei que não chego a lugar nenhum.
Redimensionar uma rede de ensino, incutir uma nova maneira de ver, se ver,e ser visto são algumas das dificuldades inerentes ao cargo.
Mas minha convicção é tamanha: Quando sabemos para onde ir, vamos a qualquer lugar.
Evoé Japeri!
Se pensarmos na secretaria como uma grande escola, vemos o tamanho do meu desafio: Aproximadamente 1600 professores e 15 mil alunos da educação infantil ao 9º ano do ensino fundamental.
Tenho estudado muito, pois sem as leituras teóricas como retaguarda da prática, sei que não chego a lugar nenhum.
Redimensionar uma rede de ensino, incutir uma nova maneira de ver, se ver,e ser visto são algumas das dificuldades inerentes ao cargo.
Mas minha convicção é tamanha: Quando sabemos para onde ir, vamos a qualquer lugar.
Evoé Japeri!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
É melhor ser alegre que ser triste
As emoções estão presentes no ato de educar.
Parece uma sentença lógica, se pensarmos que as emoções fazem parte da essência humana.
Mas quando coloco essa sentença, quero antes de tudo, tecer uma provocação. Bomtempo (1997, p. 9) nos diz que " . O aluno precisa aprender a ser feliz na escola", com essa afirmativa não pretendo aqui dissertar sobre o conceito filosofico de feliciudade, que em toda a sua complexidade e incompletude não caberia neste espaço, e sequer pretendo cair no vazio do tiro sair pela culatra, ou seja , dimensionar o conceito de felicidade é um universo gigantesco de subjetividades empiricas.
Tampouco pretendo conceituar as emoções humanas dentro de um pacote fechado, pois estas, são também uma noção inacabada que depende e se relaciona com contextos e interlocutores.
Mas afirmando que o aluno precisa ser feliz na escola, me remeto imediatamente a uma questão intriseca a esta e que como formadora/educadora me preocupa: também não deveria o professor aprender a ser feliz na escola?
A escola deveria proporcionar ao professor emoções positivas que aqui classifico como: alegria e prazer.
Porém, procurando não generalizar, os dados concretos da realidade que ora vivenciamos, lemos, ou ouvimos relatos, no cotidiano, o que vemos é um quadro bastante diverso no cotidiano escolar
O cotidiano escolar em sua grande maioria é um território tenso e de resistência Um espaço onde as dificuldades apresentadas ao invés de serem desconstruidas, ao contrário,são alimentadas.
Uma dessas dificuldades é o discurso senso comum e entranhando nas falas recorrentes é de que o aluno não quer nada.
Ninguém nunca não quer nada. Todo mundo sempre quer alguma coisa. Os alunos podem não saber o que querem, e dependendo da faixa etaria em que estão vivendo, não sabem mesmo, estão no dificil processo de amadurecer, de se toranarem homens e mulheres frente a um mundo complexo e desconhecido.
Mas se em nehum momento se discute o que se pretende na escola, os discursos se cristalizam, e caímos na velha pratica do "fingimos que ensinamos e eles sequer prestam,m atenção."
E não vão prestar mesmo.
O ato de educar é intecionalizado, e por isso mesmo repleto de subjetividade e emoções.
Se vemos no ato educativo apenas uma maneira de ajustaruos os individios aos valores da sociedade vigente, teremos menos individuos pensantes, capazes de resignificar o mundo.
Se nosso espaço de atuação profisional nos gera uma uma emoção de desprazer, como vamos construir uma educação que seja um motor de transformação radical da sociedade?
Para refletir.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Mais cultura na Semana da Consciência Negra em Japeri
Mais cultura na Semana da Consciência Negra em Japeri
As
comemorações da VI Semana da Consciência Negra em Japeri terminaram
nesta quarta-feira (23/11). O segundo dia do evento foi marcado por
apresentações culturais de alunos das escolas municipais, além de
palestras com historiadores. O encontro aconteceu no auditório da Escola
Municipal Ary Schiavo, no centro de Japeri. A iniciativa foi da
prefeitura, através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da
Igualdade Racial (COPPIR), da Secretaria Municipal de Governo (SEMUG).
As
organizadoras do evento, Vera Nascimento e Fátima Reis, ambas da COPPIR,
destacaram o sucesso do evento. “O mais importante foi estimular o
debate entre os estudantes. Este é o objetivo da COPPIR, promover
princípios e diretrizes em defesa dos que sofrem preconceito e
discriminação em função da etnia, raça ou cor”, explicou Vera.
“O
prefeito Timor e o secretário de Governo, Seny Junior, estão nos
oferecendo todo o apoio e em breve teremos vários projetos em parceria
com as secretarias de Educação, Saúde e Esporte, Turismo e Lazer”,
anunciou Fátima.
A
literatura e autoestima do negro foram os temas da palestra de Alexandre
Lopes Tomé, professor em História e pesquisador de Cultura e
Religiosidade Afrobrasileira. “Estes eventos são louváveis, pois são
importantes para construir o senso crítico. A prefeitura de Japeri está
de parabéns, e que outros encontros aconteçam, independente da semana da
consciência negra”, completou Alexandre.
As
apresentações culturais ficaram por conta dos alunos das escolas
municipais Darcílio Ayres Raunhetti, Professora Etiene de Souza
Oliveira, Governador Leonel de Moura Brizola, Professora Celita
Rodrigues de Andrade e Santos Dumont. Os estudantes fizeram peças
teatrais e danças de origem africana, como o kuduro.
Apresentação da E. M. Etiene de Souza
Apresentação da E.M. Celia Sobreira
Palestra de Alexandre Lopes Tomé
As
comemorações da VI Semana da Consciência Negra em Japeri começaram na
segunda-feira (21/11).
--
Flavia Rodrigues Assessoria de Comunicação
Prefeitura de Japeri
Prefeitura de Japeri
VI Semana da Consciência Negra de Japeri
Cultura e História na Semana da Consciência Negra em Japeri
Música, dança, exposição
e palestras marcaram a abertura das comemorações da VI Semana da
Consciência Negra em Japeri. O encontro aconteceu nesta segunda-feira
(21/11), no auditório da Escola Municipal Ary Schiavo, com a
participação de autoridades do município, professores, historiadores,
estudantes e a população em geral. O objetivo foi refletir sobre a
cultura negra e sua importância na formação do povo brasileiro. O evento
foi realizado pela prefeitura, através da Coordenadoria de Políticas de
Promoção da Igualdade Racial (COPPIR), da Secretaria Municipal de
Governo (SEMUG).
O prefeito de Japeri,
Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor, participou da abertura do evento. “ É
através do debate, da mobilização, de eventos como este que vamos
conscientizar a população na luta contra a discriminação. E Japeri já
está engajado nesta luta”, destacou Timor.
O evento foi intercalado
com apresentações culturais e palestras. Nas paredes do auditório o
público pôde apreciar a exposição de trabalhos realizados pelos
estudantes através do projeto “Japeri Mostra a Sua Cara Negra”, da
Escola Municipal Ary Schiavo.
Os alunos da E.M. Ary
Schiavo foram os primeiros a se apresentar. O grupo, comandado pela
professora de Educação Física Denise Guerra, representou um cortejo de
brincantes, com brincadeiras de roda, jogos, música e danças africanas e
afro-brasileiras.
Logo após as
organizadoras do evento, Vera Nascimento e Fátima Reis, ambas da COPPIR,
falaram da importância da coordenadoria, criada em 2009, e dos projetos
para os próximos anos. “A COPPIR nasceu com o objetivo de promover
princípios e diretrizes em defesa dos que sofrem preconceito e
discriminação em função da etnia, raça ou cor. O prefeito Timor e o
secretário de Governo, Seny Junior, estão nos oferecendo todo o apoio
para alcançarmos este objetivo”, disse Vera.
“Em breve teremos vários
projetos em parcerias com as secretarias. Com a de Educação e Cultura
vamos dar continuidade ao projeto de Educação Continuada voltada para o
tema. Saúde da População Negra será o projeto de prevenção realizado com
a Secretaria de Saúde. Além do prêmio Zumbi dos Palmares, que faremos
com a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer”, anunciou Fátima Reis.
O primeiro palestrante
foi o antropólo, sociólogo e capoeirista Mestre Berg, que falou sobre “A
importância dos Ancestrais na Preservação das Tradições Culturais”.
Durante a palestra Mestre Berg agradeceu a presença do prefeito Timor,
dos secretários Antônio Marcos Aguiar (Defesa Civil), Roberta Bailuni
(Educação e Cultura), Carlos Alberto Loroza, o Pelé (Esporte, Turismo e
Lazer), além do vereador Marcos Arruda e da diretora da escola, Leila
Verônica Silva.
“Ver que o prefeito, os
secretários, os vereadores e os educadores se preocupam em discutir
cidadania é muito importante para o desenvolvimento da cidade. Estamos
vendo o crescimento de Japeri com muito orgulho. Parabéns pela
iniciativa”, destacou Berg.
Logo após houve apresentações de jongo e tambor de crioula, com a professora Viviane Araujo e o capoeirista Felipe Monteiro.
O segundo palestrante
foi o professor João Carlos Araujo, da Fundação Cultural Palmares.
Através da palestra “Encontros dos Bambas e suas Histórias Passadas”, o
professor se integrou com o público, relembrando antigos sambas.
O encontro terminou com a
apresentação da escola de samba mirim do CIEP Brizolão Wilson Gray, de
Belford Roxo. A bateria, os passistas e os puxadores de samba trouxeram o
samba-enredo “Navio Negreiro”. A escola de samba mirim foi organizada
pelo Grupo de Consciência Negra (GRUCON), coordenado pelo professor José
Antônio Barbosa dos Santos, da Escola Municipal Bernardino de Melo, de
Japeri.
O próximo encontro da VI
Semana da Consciência Negra em Japeri acontecerá na quarta-feira
(23/11), das 9h às 12h no auditório da Escola Municipal Ary Schiavo, que
fica na Praça Manoel Marques, em Japeri.
FOTOS GUTENBERG LUCINDA.
--
Fonte: Flavia Rodrigues Assessoria de Comunicação
Prefeitura de Japeri
Prefeitura de Japeri
Impressões dos Alunos da E. M. Ary Schiavo
João Carlos Araujo- Fundação Palmares
Celebrando!
Prefeito Timor na abertura do evento
Cortejo de brincantes- alunos da E. M. Ary Schiavo,
com a professora Denise Guerra
Tambor de crioula com Viviane Araujo
A ornamentação foi dos alunos da E. M. Ary Schiavo
Com impressões do Projeto " Japeri mostra sua cara negra"
Prefeito Timor e o nosso Glorioso Meste Berg
terça-feira, 22 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Japeri discute Racismo e Preconcieto
Discutir questões sobre o racismo e o preconceito para implementar mais políticas em Japeri, este é o objetivo da VI Semana da Consciência Negra. O encontro acontecerá nos dias 21 e 23 de novembro, das 9h às 12h, na Escola Municipal Ary Schiavo, que fica na Praça Manoel Marques, em Japeri. A iniciativa é da Prefeitura de Japeri, através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Coppir) da Secretaria Municipal de Governo (SEMUG).
Este ano, a Semana da Consciência Negra terá o tema “2011 Ano Internacional dos Afrodescendentes”. Entre as atividades programadas estão apresentações culturais, palestras, mesas de discussão e comidas típicas da África. No local será montada a exposição “África de todos nós” do artista plástico Sebastião Borges. Os trabalhos do artista estarão a venda durante a programação. Entre as presenças confirmadas estão representantes da Fundação Palmares, Conselho Estadual do Negro e Unicef.
Os interessados em participar da programação da VI Semana da Consciência Negra em Japeri podem se inscrever, gratuitamente, no dia do evento. Os participantes receberão certificado. Mais informações pelo telefone 2664-1100 ramal 235.
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