sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

É melhor ser alegre que ser triste




As emoções estão presentes no  ato de educar.
Parece uma sentença lógica, se pensarmos que as emoções fazem parte da essência humana.
Mas quando coloco essa sentença, quero antes de tudo, tecer uma  provocação. Bomtempo (1997, p. 9) nos diz que " . O aluno precisa aprender a ser feliz na escola", com essa afirmativa não pretendo aqui dissertar sobre o conceito filosófico de felicidade, que em toda a sua complexidade e incompletude não caberia neste espaço, e sequer pretendo cair no vazio do tiro sair pela culatra, ou seja ,  dimensionar o conceito de felicidade é um universo  gigantesco de subjetividades empiricas.
Tampouco pretendo conceituar as emoções humanas dentro de um pacote fechado, pois estas, são também uma noção inacabada que depende e se relaciona com contextos e interlocutores.
Mas afirmando que o aluno precisa ser feliz na escola, me remeto imediatamente a uma questão intrínseca a esta e que como formadora/educadora me preocupa: também não deveria o professor aprender a ser feliz na escola?
A escola deveria proporcionar ao professor emoções positivas que aqui classifico como: alegria e prazer.
Porém, procurando não generalizar, os dados concretos da realidade   que ora vivenciamos, lemos, ou ouvimos relatos, no cotidiano, o que vemos é um quadro bastante diverso no cotidiano escolar
O cotidiano escolar em sua grande maioria é um território tenso e de resistência Um espaço onde as dificuldades apresentadas ao invés de serem desconstruidas, ao contrário,são alimentadas.
Uma dessas dificuldades é o discurso senso comum e entranhando nas  falas recorrentes é de que o aluno não quer nada.
Ninguém nunca não quer nada. Todo mundo sempre quer alguma coisa. Os alunos podem não saber o que querem, e dependendo da faixa etária em que estão vivendo, não sabem mesmo, estão no difícil processo de amadurecer, de se tornarem homens e mulheres frente a um mundo complexo e desconhecido.
Mas se em nenhum momento se discute o que se pretende na escola, os discursos se cristalizam, e caímos na velha pratica do "fingimos que ensinamos e eles sequer prestam,m atenção."
E não vão prestar mesmo.
O ato de educar é intencionalizado, e por isso mesmo repleto  de subjetividade e  emoções.
Se vemos no ato educativo apenas uma maneira de ajustarmos  os indivíduos aos valores da sociedade vigente, teremos menos indivíduos  pensantes, capazes de resignificar o mundo.
Se nosso espaço de atuação profissional nos gera uma emoção de desprazer, como vamos construir uma educação que seja um motor de transformação radical da sociedade?
 
Para refletir.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Mais cultura na Semana da Consciência Negra em Japeri‏


Mais cultura na Semana da Consciência Negra em Japeri
As comemorações da VI Semana da Consciência Negra em Japeri terminaram nesta quarta-feira (23/11). O segundo dia do evento foi marcado por apresentações culturais de alunos das escolas municipais, além de palestras com historiadores. O encontro aconteceu no auditório da Escola Municipal Ary Schiavo, no centro de Japeri. A iniciativa foi da prefeitura, através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COPPIR), da Secretaria Municipal de Governo (SEMUG).
As organizadoras do evento, Vera Nascimento e Fátima Reis, ambas da COPPIR, destacaram o sucesso do evento. “O mais importante foi estimular o debate entre os estudantes. Este é o objetivo da COPPIR, promover princípios e diretrizes em defesa dos que sofrem preconceito e discriminação em função da etnia, raça ou cor”, explicou Vera.
“O prefeito Timor e o secretário de Governo, Seny Junior, estão nos oferecendo todo o apoio e em breve teremos vários projetos em parceria com as secretarias de Educação, Saúde e Esporte, Turismo e Lazer”, anunciou Fátima.
A literatura e autoestima do negro foram os temas da palestra de Alexandre Lopes Tomé, professor em História e pesquisador de Cultura e Religiosidade Afrobrasileira. “Estes eventos são louváveis, pois são importantes para construir o senso crítico. A prefeitura de Japeri está de parabéns, e que outros encontros aconteçam, independente da semana da consciência negra”, completou Alexandre.
As apresentações culturais ficaram por conta dos alunos das escolas municipais Darcílio Ayres Raunhetti, Professora Etiene de Souza Oliveira, Governador Leonel de Moura Brizola, Professora Celita Rodrigues de Andrade e Santos Dumont. Os estudantes fizeram peças teatrais e danças de origem africana, como o kuduro.
Apresentação da E. M. Etiene de Souza

Apresentação da E.M. Celia Sobreira

Palestra de Alexandre Lopes Tomé

As comemorações da VI Semana da Consciência Negra em Japeri começaram na segunda-feira (21/11). 


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Flavia Rodrigues Assessoria de Comunicação
Prefeitura de Japeri 
 

VI Semana da Consciência Negra de Japeri



Cultura e História na Semana da Consciência Negra em Japeri

Música, dança, exposição e palestras marcaram a abertura das comemorações da VI Semana da Consciência Negra em Japeri. O encontro aconteceu nesta segunda-feira (21/11), no auditório da Escola Municipal Ary Schiavo, com a participação de autoridades do município, professores, historiadores, estudantes e a população em geral. O objetivo foi refletir sobre a cultura negra e sua importância na formação do povo brasileiro. O evento foi realizado pela prefeitura, através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (COPPIR), da Secretaria Municipal de Governo (SEMUG).
O prefeito de Japeri, Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor, participou da abertura do evento. “ É através do debate, da mobilização, de eventos como este que vamos conscientizar a população na luta contra a discriminação. E Japeri já está engajado nesta luta”, destacou Timor.
O evento foi intercalado com apresentações culturais e palestras. Nas paredes do auditório o público pôde apreciar a exposição de trabalhos realizados pelos estudantes através do projeto “Japeri Mostra a Sua Cara Negra”, da Escola Municipal Ary Schiavo.
Os alunos da E.M. Ary Schiavo foram os primeiros a se apresentar. O grupo, comandado pela professora de Educação Física Denise Guerra, representou um cortejo de brincantes, com brincadeiras de roda, jogos, música e danças africanas e afro-brasileiras.
Logo após as organizadoras do evento, Vera Nascimento e Fátima Reis, ambas da COPPIR, falaram da importância da coordenadoria, criada em 2009, e dos projetos para os próximos anos. “A COPPIR nasceu com o objetivo de promover princípios e diretrizes em defesa dos que sofrem preconceito e discriminação em função da etnia, raça ou cor. O prefeito Timor e o secretário de Governo, Seny Junior, estão nos oferecendo todo o apoio para alcançarmos este objetivo”, disse Vera.
“Em breve teremos vários projetos em parcerias com as secretarias. Com a de Educação e Cultura vamos dar continuidade ao projeto de Educação Continuada voltada para o tema. Saúde da População Negra será o projeto de prevenção realizado com a Secretaria de Saúde. Além do prêmio Zumbi dos Palmares, que faremos com a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer”, anunciou Fátima Reis.
O primeiro palestrante foi o antropólo, sociólogo e capoeirista Mestre Berg, que falou sobre “A importância dos Ancestrais na Preservação das Tradições Culturais”. Durante a palestra Mestre Berg agradeceu a presença do prefeito Timor, dos secretários Antônio Marcos Aguiar (Defesa Civil), Roberta Bailuni (Educação e Cultura), Carlos Alberto Loroza, o Pelé (Esporte, Turismo e Lazer), além do vereador Marcos Arruda e da diretora da escola, Leila Verônica Silva.
“Ver que o prefeito, os secretários, os vereadores e os educadores se preocupam em discutir cidadania é muito importante para o desenvolvimento da cidade. Estamos vendo o crescimento de Japeri com muito orgulho. Parabéns pela iniciativa”, destacou Berg.
Logo após houve apresentações de jongo e tambor de crioula, com a professora Viviane Araujo e o capoeirista Felipe Monteiro.
O segundo palestrante foi o professor João Carlos Araujo, da Fundação Cultural Palmares. Através da palestra “Encontros dos Bambas e suas Histórias Passadas”, o professor se integrou com o público, relembrando antigos sambas.
O encontro terminou com a apresentação da escola de samba mirim do CIEP Brizolão Wilson Gray, de Belford Roxo. A bateria, os passistas e os puxadores de samba trouxeram o samba-enredo “Navio Negreiro”. A escola de samba mirim foi organizada pelo Grupo de Consciência Negra (GRUCON), coordenado pelo professor José Antônio Barbosa dos Santos, da Escola Municipal Bernardino de Melo, de Japeri.
O próximo encontro da VI Semana da Consciência Negra em Japeri acontecerá na quarta-feira (23/11), das 9h às 12h no auditório da Escola Municipal Ary Schiavo, que fica na Praça Manoel Marques, em Japeri.
FOTOS GUTENBERG LUCINDA.



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 Fonte: Flavia Rodrigues Assessoria de Comunicação
Prefeitura de Japeri 
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Impressões dos Alunos da E. M. Ary Schiavo

João Carlos Araujo- Fundação Palmares

Celebrando! 

Prefeito Timor na abertura do evento

 Cortejo de brincantes- alunos da E. M. Ary Schiavo,
com a professora Denise Guerra

Tambor de crioula com Viviane Araujo

 A ornamentação  foi dos alunos da E. M. Ary Schiavo
Com impressões do Projeto " Japeri mostra sua cara negra"
Prefeito Timor e o nosso Glorioso Meste Berg 

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Japeri discute Racismo e Preconcieto


Discutir questões sobre o racismo e o preconceito para implementar mais políticas em Japeri, este é o objetivo da VI Semana da Consciência Negra. O encontro acontecerá nos dias 21 e 23 de novembro, das 9h às 12h, na Escola Municipal Ary Schiavo, que fica na Praça Manoel Marques, em Japeri. A iniciativa é da Prefeitura de Japeri, através da Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Coppir) da Secretaria Municipal de Governo (SEMUG).

Este ano, a Semana da Consciência Negra terá o tema “2011 Ano Internacional dos Afrodescendentes”. Entre as atividades programadas estão apresentações culturais, palestras, mesas de discussão e comidas típicas da África. No local será montada a exposição “África de todos nós” do artista plástico Sebastião Borges. Os trabalhos do artista estarão a venda durante a programação. Entre as presenças confirmadas estão representantes da Fundação Palmares, Conselho Estadual do Negro e Unicef.

Os interessados em participar da programação da VI Semana da Consciência Negra em Japeri podem se inscrever, gratuitamente, no dia do evento. Os participantes receberão certificado. Mais informações pelo telefone 2664-1100 ramal 235.



quinta-feira, 10 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Kalungas

Este final de semana estive em Cavalcante, municipio de Goiás, para realizar atividades de educação ambiental pra consultoria que trabalho. Porém é impossível deixar de ir em Cavalcante, sem visitar a terra dos kalunga, o maior quilombo do terrritório brasileiro.
Foram  muitos os sentimentos transmutadas em sentimentos tão profundos. Sentir a terra, sentir as vibrações que vem das matas do cerrado e dos rios de aguas tão claras, que parecem não existir.
Conversar com o povo, aprender a  sua sabedoria e guardar como um orô, um segredo de infinitas gamas
  Território Kalunga, Santuário mais que sagrado, preservado, salve salve!

A chegada ao quilombo

Memoria dos antigos na casa dos condutores


Nosso café da manhã no quilombo
 antes de pegar a serra para a cachoeira

Eu, a guia Selma e a delicadeza de Januária

A gente vive, a e a gente aprende. É assim que as coisas funcionam no mundo. Já dizia uma sábia rezadeira que o tempo é o movimento pra frente... e lá no quilombo, enquanto aguardávamos  Januaria, a dona de uma das três lanchonetes existentes no quilombo nos preparou um beiju com chá de capim limão, só o cheiro de chá era reconfortante.Eu ia observcadno o movimento do quilombo naquela manhã fria e pensava de onde tiraria forças para tomar meu banho de cachoeira, síntese do longo caminhar que nos esperava.

De repente, Januaria sai de dentro da pequena cozinha de teto de folhas de buriti. Pede desculpas.  Estava varrendo o terreiro antes da nossa chegada, e infelizmente não podia tirar o lixo, porque o marido tinha saído para resolver problemas. Ele ia vender uma vaca.


Interessada, pus-me a indagar os porquês.

Ela explicou. Quando marido sai para resolver negócios, problemas na rua, o lixo da casa varrida, fica esperando ele voltar. Se jogar o lixo fora, o resultado do negócio não é positivo.

Disse isso  rindo com seu sorriso aberto: "Esse lixo significa uma vaca".  

Estava ainda lá quando o marido chegou a cavalo. Ele havia vendido a vaca.
No nosso retorno da cachoeira, terreiro limpo, nos deliciamos com a comidinha feita para ela e seus filhos e sobrinhos.
Arroz com pequi , gueroba e carne seca picadinha, abobrinha de tão linda que dava vontade de chorar, feijão goiano e um ovo de galinha caipira, para completar suco natural de mangaba, fruto do cerrado.

Isto é o sagrado.

Cachoeira de Santa Barbara: outro segredo. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Informe Cedine

A pedido do Presidente Paulão Santos, segue abaixo, programação do acervo Cultne no Cinema, que será apresentado no Cine Odeon em 09 de novembro a partir das 15h, na "Agenda Única Rio Zumbi 2011 - RIOSEMRACISMO".
 
Divulgue também na sua lista. Vamos fortalecer esse Reencontro Black Power,  da cultura e do poder negros, revendo os amigos e os companheiros de luta. Aguardamos voce.  
 
"ANO INTERNACIONAL DOS POVOS AFRODESCENDENTES"

Para quem gosta de ler

Não deixem de ler.

Mais de 60 contos de autores consagrados escritos para crianças, jovens e adultos e publicados em NOVA ESCOLA. Boa leitura!



http://origin.revistaescola.abril.com.br/leitura-literaria/era-uma-vez-contos.shtml

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Em busca da identidade

Lendo  o artigo  "Coordenação Pedagógica: uma práxis em busca de sua identidade" de Maria Amélia Santoro Franco, destaquei algumas questões para reflexão. 

Como abordar as questões pedagógicas na escola? como orientar a prática docente se  por vezes nos atolamos no trabalho diário dos turnos escolares sem nos dar conta de nossa verdadeira função educativa?

Há muito o que se discutir sobre isso.

Penso sempre que um dos graves problemas nos setores pedagófigos, são a insistência de algumas secretarias de educação em menosprezar  o pedagogo, inserindo profissionais sem formação no setor. 
Isso porque não levam em conta, o papel formativo do coordenador pedagógico e sua ampla abordagem  no âmbito escolar.

É cono se qualquer professor pudesse ser cooordenador pedagógico.

Se pensarmos no âmbito do malabarismo e das resoluções fáceis do cotidiano escolar, poderíamos em ultima análise dizer que qualquer professor pode assumir a coordenação pedagógica.

Mas se pensarmos  a  coordenação com suas especificidades de educação continuada e tarefas educativas que incluem pesquisa e práxis educativa diferenciada, então  a conversa muda totalamente de figura.
Trago para a discussão alguns tomos que considerei relavantes na pesquisa da Maria Amélia

Quem desejar ler o artigo completo, ele está em: http://www.metodista.br/ppc/multiplas-leituras/multiplas-leituras-01/coordenacao-pedagogica-uma-praxis-em-busca-de-sua-identidade 

"(...)Para trabalhar com a dinâmica dos processos de coordenação pedagógica na escola, um profissional precisa ter, antes de tudo, a convicção de que qualquer situação educativa é complexa, permeada por conflitos de valores e perspectivas, carregando um forte componente axiológico e ético, o que demanda um trabalho integrado, integrador, com clareza de objetivos e propósitos e com um espaço construído de autonomia profissional.

Acredito que seja fundamental ao profissional da coordenação pedagógica perceber-se como aquele educador que precisa, no exercício de sua função, produzir a articulação crítica entre professores e seu contexto; entre teoria educacional e prática educativa; entre o ser e o fazer educativo, num processo que seja ao mesmo tempo formativo e emancipador, crítico e compromissado.(...)'


"Estive até agora refletindo sobre a perplexidade dos coordenadores pedagógicos diante da tarefa de coordenar o pedagógico. Quero realçar que essa perplexidade não é só dos coordenadores: ela está presente em todos aqueles que trabalham com a educação. Onde se encontra o pedagógico? Como o pedagógico permeia as ações escolares? Há o pedagógico dos docentes, no espaço de sala de aula; há o pedagógico nas ações de gestão da escola; há o pedagógico presente nas políticas públicas. De que pedagógico falamos? "


" Esse sentimento de inadequação e incapacidade permeia todo o grupo. Sabem e reconhecem que um trabalho de capacitação docente deve ser planejado, gradual, contínuo e persistente. Mas sabem que não possuem condições – nem pessoais, nem profissionais, nem administrativas para tal fim. Daí sentem-se vulneráveis no trabalho com os docentes e acabam priorizando aquilo que de alguma forma sabem fazer. Uma frase bem contundente de um dos participantes: o que amplia meu cansaço é a variedade de afazeres que não são de minha competência e, além disso, saber que no próximo dia estarei relutando com a concentração de poder e resistência de alguns professores."

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Condições de Trabalho do Coordenador Pedagógico


Check-list das condições de trabalho do coordenador pedagógico

Você, diretor, pode usar uma das reuniões com sua equipe gestora para analisar se o coordenador pedagógico tem boa estrutura para realizar os encontros de formação de professores. Alguns pontos a analisar são:

 Gestão de materiais e suprimentos
O coordenador tem:
  • Computador. Com quantas pessoas ele compartilha. ___________
  • Acesso à internet.
  • Livros de formação e obras literárias à disposição. MATERIAL DE CONSULTA
  • Exemplares dos livros didáticos e paradidáticos adotados na escola.
  • Outros livros didáticos e paradidáticos. 
  • Materiais de consumo (canetas e cartolinas, entre outros) e aparelhos audiovisuais (filmadora, DVD e televisor). PARA ANOTAR E GRAVAR
 Gestão do espaço
  • O coordenador tem sala própria? LUGAR EXCLUSIVO
  • Onde se localiza? _______________________________________
  • Como é mobiliada? _____________________________________
  • Onde guarda seu material? _______________________________
  • O espaço é compartilhado com quantas pessoas? ____________
  • Tem liberdade para interferir nos espaços comunicativos como murais, paredes, jornal interno e blog. OPINIÃO QUALIFICADA
  • Pode sugerir alterações na configuração da sala de aula, em benefício da aprendizagem.
 Gestão do tempo
O coordenador tem horários reservados para:
  • A formação própria.
  • Participar de cursos externos de capacitação.
  • Circular pelos espaços da escola.
  • Visitar as classes e fazer observação de sala de aula.
  • Planejar ações institucionais. TEMPO RESPEITADO
  • Planejar reuniões pedagógicas.
  • Reunir-se coletiva e individualmente com os docentes. OBSERVAÇÃO GERAL
  • Atender pais com dúvidas sobre a aprendizagem. QUESTÕES PEDAGÓGICAS
  • Reunir-se com o diretor com regularidade. ENCONTROS AGENDADOS
  • Esses horários são respeitados. TEMPOS GARANTIDOS
 Gestão da aprendizagem
O coordenador tem condições de acompanhar:
  • O planejamento dos professores.
  • O desenvolvimento de algumas atividades nas classes.
  • Os resultados de avaliações internas e externas.
  • Os Parâmetros Curriculares Nacionais e propostas curriculares locais. AVALIAÇÃO PRECISA
 Acesso:
  • Ao projeto político-pedagógico. ARQUIVOS ABERTOS
  • Ao regimento interno.
  • Às fichas de matrícula. DADOS DO ALUNO
  • Tem apoio do Atendimento Educacional Especializado (AEE) para ajudar os professores na flexibilização das aulas? FORÇA À INCLUSÃO
 Gestão de equipe
  • O coordenador tem assegurado o horário para realizar as reuniões pedagógicas?
  • Está legitimado pela equipe como o parceiro mais experiente? RESPALDO DO GESTOR
 Gestão financeira e administrativa
  • O coordenador pode opinar sobre a compra dos materiais pedagógicos? INFRAESTRUTURA IDEAL
  • Tem apoio para organizar e realizar eventos e passeios relacionados com o PPP? CONDIÇÕES FINANCEIRAS
 Gestão da comunidade
  • O coordenador participa das reuniões de pais, do planejamento à realização?
  • Pode sugerir e participar da organização de eventos que envolvam as famílias na vida escolar? 
  • PAR NAS REUNIÕESFonte: Nova Escola

Quem são os coordenadores pedagógicos no Brasil



Um resumo das características do profissional que atua nessa função 

90% são mulheres 

88% já deram aula na Educação Básica 

76% têm entre 36 e 55 anos 

A maioria tem mais de 5 anos de experiência na função
Quem são os coordenadores pedagógicos no Brasil

Educação infantil



1. Aspectos que os familiares podem verificar diretamente na creche ou na pré-escola


•    A instituição tem autorização de funcionamento expedida pela Secretaria Municipal de Educação?
•    O alvará sanitário está afixado em lugar visível?
•    A instituição tem proposta pedagógica em forma de documento?
•    Reuniões e entrevistas com familiares são realizadas em horários adequados à participação das famílias?
•    Há reuniões com familiares pelo menos três vezes por ano?
•    Os familiares recebem relatórios sobre as vivências, produções e aprendizagens pelo menos duas vezes ao ano?
•    A instituição permite a entrada dos familiares em qualquer horário?
•    Existe local adequado para receber os pais ou familiares? E para aleitamento materno?
•    As professoras têm, no mínimo, a formação em nível médio, Magistério?
•    Há no mínimo uma professora para cada agrupamento de:
•    6 a 8 crianças de 0 a 2 anos?
•    15 crianças de 3 anos?
•    20 crianças de 4 até 6 anos?
•    As salas de atividades e demais ambientes internos e externos são agradáveis, limpos, ventilados e tranquilos, com acústica que permite uma boa comunicação?
•    O lixo é retirado diariamente dos ambientes internos e externos?
•    A instituição protege todos os pontos potencialmente perigosos do prédio para garantir a circulação segura das crianças e evitar acidentes?
•    A instituição tem procedimentos preestabelecidos que devem ser tomados em caso de acidentes?

2. O que os familiares podem verificar com a criança sobre o atendimento na educação infantil

•    Pergunte qual é o nome das professoras e de outros funcionários.
•    Pergunte o nome dos amiguinhos mais próximos.
•    Pergunte à criança o que ela mais gostou de fazer naquele dia.
•    Incentive à criança a contar e a narrar situações vividas na instituição: 
•    que músicas cantou ou ouviu;
•    quais brincadeiras aconteceram;
•    que pinturas, desenhos, esculturas ela fez;
•    qual livro a professora leu;
•    que história a professora contou;
•    o que ela está aprendendo, entre outras.

3. O que os familiares podem observar diretamente na criança sobre o atendimento na educação infantil

•    Observe o comportamento da criança quando ela chega na instituição (alegria, timidez ou choro).
•    Observe diária e atentamente enquanto estiver conversando com a criança, seu olhar, seus gestos, sua fala suas reações podem ajudar a avaliar o estado físico e emocional.
•    Observe as reações da criança ao ver seus colegas, isso pode demonstrar como está a relação com a turma.
•    Observe as produções e o material que ela traz da instituição.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ubuntu pra você!!!

  UBUNTU
 
 A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.
Ela  contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando  terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.

 Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele  chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro.

 As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas   as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.
 
O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces.

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós  poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"
 
 Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda  não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!"

Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...
UBUNTU PARA VOCÊ!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Princesa Cambalhotista



Esse é o vídeo da minha participação no Salão do Livro FNLIJ contando a história do meu livro infantil " a Princesa Cambalhotista", o vídeo não ficou muito legal, mas o que vale mesmo é o registo....

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Neste domingo, 01/05 estarei no Programa ABZ do Ziraldo contando a história do meu livro " A História de Chico Mendes para crianças"
Espero que todos e todas possam assistir e se divertir assim como foi divertido e prazeroso estar lá com a criançada...
O programa vai ao ar pelo Canal Brasil às 12h.
Aqui tem mais um pouquinho da programação: http://www.tvbrasil.org.br/abzdoziraldo/

quarta-feira, 2 de março de 2011

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Coleção Educadores MEC/UNESCO


Saiu a Coleção Educadores”, organizada pelo MEC/UNESCO, no qual comparecem sessenta e um educadores escolhidos, dentre os quais, Anísio Teixeira, Manoel Bonfim, Nísia Floresta, Armanda Álvaro Alberto, Bertha Lutz, Cecília Meirelles, Helena Antipoff, Pachoal Lemme, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Rui Barbosa, e Paulo Freire, dos brasileiros focalizados. Trata-se de um projeto editorial bem ousado.

Segundo notícias veiculadas no portal do Ministério da Educação (MEC), (http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=16103:obras-sobre-a-educacao-reunem-grandes-autores-do-brasil-e-do-exterior&catid=222&Itemid=86), os exemplares serão distribuídos em 185 mil conjuntos da coleção para escolas públicas da educação básica, em bibliotecas de universidades, de faculdades de educação e públicas. Ainda segundo notícias oficiais, de dezembro de 2010, ainda disponíveis no portal, “o lançamento faz parte das atividades de comemoração dos 80 anos de criação do MEC,(...) e integra as iniciativas do governo federal de formação inicial e continuada de professores das redes públicas estaduais e municipais. Cada volume traz uma apresentação do ministro da Educação, Fernando Haddad, um ensaio sobre o autor, a trajetória de sua produção intelectual na área, uma seleção de textos — corresponde a 30% do livro — e cronologia. A última parte apresenta a bibliografia do autor e das obras sobre ele. Cada volume tem, em média, 150 páginas. Na apresentação, Haddad explica que a coleção surgiu da necessidade de pôr à disposição dos professores brasileiros obras de qualidade para mostrar o que pensaram e fizeram alguns dos principais expoentes da história educacional e do pensamento pedagógico nacional e internacional. Divulgar e democratizar conhecimentos na área são objetivos da iniciativa do MEC. Para a identificação e a escolha dos educadores que compõem a coleção, o ministro instituiu comissão técnica em abril de 2006. Coube aos integrantes dessa comissão estabelecer critérios e orientações para a execução dos trabalhos e fazer as recomendações à Editora Massangana, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), responsável pela edição dos textos. A publicação é uma iniciativa do Ministério da Educação em parceria com a Fundaj, órgão vinculado ao MEC, e com a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco). A distribuição ficará sob responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Uma série de atividades antecederá a chegada da coleção às escolas e mostrará aos professores a importância das obras. De dezembro deste ano a abril de 2011, a Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do MEC responsável pelo Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, promoverá ciclo de webconferências sobre cada um dos 61 autores. A Secretaria de Educação a Distância (Seed) do MEC vai apresentar, na TV Escola, uma série de documentários sobre esses educadores e o Centro de Memória da Educação e Cultura no Brasil, que funciona no Palácio Capanema, no Rio de Janeiro, organizará seminários sobre os autores”.

A coleção pode ser acessada pelo endereço  http://www.dominiopublico.gov.br.

Fonte:http://fazervaleralei.blogspot.com/

Entrevista com Luiza Bairros, Ministra da Seppir



Fonte: http://fazervaleralei.blogspot.com/

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Doações de livros para a Sserra

Diversos
Livros também são bem-vindos no Rio

Fonte PublishNews - 19/01/2011 - Por Redação

Postos rodoviários, supermercados e abrigos estão recebendo donativos para ajudar as vítimas da chuva na Região Serrana do Rio. Os desabrigados e desalojados precisam de doações de água potável, alimentos, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal. Livros também são bem-vindos. A Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) destaca a importância da doação de livros infantis, papel, lápis de cera e materiais do gênero para que as crianças desabrigadas. O G1 reuniu em seu portal informações sobre as entidades que estão recolhendo os donativos.