quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Afirme-se!

A Campanha Afirme-se  é  uma campanha social pela manuntenção das cotas e outras ações afirmativas conquistadas a  custo de muita luta pelo Movimento Negro e por pessoas que como eu, acreditam que essa luta é por demais importante.

Esta é uma luta de todas as pessoas que acreditam na justiça , no empoderamento énicosocial, no  bem comum, no direito e na dignidade humana.

Faça a sua contribuição! Se ela não puder ser financeira, não faz mal, argumente, convoque seus amigos e associações para um movimento, levante discussões.

Só não vale ficar parado.

Essas conquistas além de reparadoras para o povo negro, são também conquistas de  todo cidadão brasileiro.

Mais informações:http://afirmese.blogspot.com/

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Gestores Escolares

Fazer uma escola atingir bons resultados na aprendizagem dos estudantes e oferecer uma Educação de qualidade é uma responsabilidade complexa demais para ficar na mão de apenas uma pessoa. Por muito tempo, somente o professor foi responsabilizado por isso. Porém a sociedade foi percebendo que o profissional da sala de aula, sem a formação adequada e o apoio institucional, não é capaz de atingir sozinho os objetivos educacionais almejados. Dos anos 1970 para cá, uma série de pesquisas, realizadas principalmente nos Estados Unidos e na Inglaterra, apontou que a atuação de outros atores também influencia no desempenho dos alunos. Entre eles, está a dos profissionais que compõem a equipe gestora da escola. São eles:
- o diretor, responsável legal, judicial e pedagógico pela instituição e o líder que garante o funcionamento da escola;

- o coordenador pedagógico, profissional que responde pela formação dos professores; e

- o supervisor de ensino, representante da Secretaria de Educação que dá apoio técnico, administrativo e pedagógico às escolas, garante a formação de gestores e coordenadores e dinamiza a implantação de políticas públicas.

Como as diversas partes de um jogo de encaixe, essas funções se articulam formando um bloco coeso para garantir o sucesso da aprendizagem. A denominação dos cargos varia de acordo com a rede e eles podem ser exercidos por uma ou mais pessoas. "A gestão da Educação exige planejamento, estabelecimento de metas, manutenção de recursos e avaliação. Se essas bases não são estruturadas em comum, em especial por esse trio gestor, nunca existirá de fato uma rede de ensino", afirma Cybele Amado, diretora do Instituto Chapada, que dá consultoria educacional a 26 municípios da chapada Diamantina, no interior da Bahia.
Rede com foco e formação permanente

Um trabalho em conjunto bem realizado leva a escola a bons resultados. A pesquisa Práticas Comuns à Gestão Escolar Eficaz, realizada pela Fundação Victor Civita no ano passado, comparou as iniciativas de gestão de escolas com desempenhos similares na Prova Brasil e concluiu: as que têm mais proximidade com a Secretaria de Educação se saem melhor na avaliação. O relacionamento é tão mais estreito quanto melhor e mais efetiva for a atuação do supervisor nas diversas unidades de ensino. Entre os diversos papéis que ele desempenha, os mais estratégicos são monitorar a implantação e a continuidade de políticas públicas, evitando que a rede perca o foco, acompanhar e apoiar o desenvolvimento do projeto político pedagógico das escolas e fazer a formação de diretores e coordenadores pedagógicos.

É preciso ressaltar que muitas redes ainda não têm uma estrutura que permita a integração do trio gestor. Noutras, mesmo com a existência das funções, não há uma cultura de colaboração. "Muitas vezes, existe um embate entre os profissionais e o trabalho simplesmente não sai: o diretor acha que o supervisor não sabe o que ocorre dentro da escola e rejeita orientação, mas, ao mesmo tempo, demanda providências da Secretaria para fazer uma boa gestão", conta Helenice Maria Sbrogio Muramoto, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutora pela Universidade de São Paulo com a tese Ressignificando a Supervisão Escolar.

É quando o jogo de encaixe fica com as peças embaralhadas e desconectadas. De fato, é muito comum ouvir gestores se queixando de que os supervisores vão às escolas somente para fiscalizar e dar ordens. Estes, por sua vez, reclamam que aqueles não sabem administrar e os coordenadores pedagógicos não formam os professores - e por isso alguns assumem essa função diretamente, deixando os coordenadores à margem do processo. Sentindo-se excluídos, esses últimos alegam que os supervisores não têm os conhecimentos didáticos necessários para orientar a equipe docente. Enfim, "picuinhas" que não levam a lugar nenhum e podem ser superadas quando a Secretaria oferece condições para o trabalho em conjunto e cria uma rotina de cooperação e responsabilização pelos resultados do ensino.

(...)A função de cada um e o trabalho em conjunto

O diretor é o gestor escolar por excelência, aquele que lidera, gerencia e articula o trabalho de professores e funcionários em função de uma meta: a aprendizagem de todos os alunos. É ele quem responde legal e judicialmente pela escola e pedagogicamente por seus resultados - essa última atribuição, a mais importante, é às vezes esquecida.

Já o coordenador pedagógico deve ser o especialista nas diversas didáticas e o parceiro mais experiente do professor. É ele quem responde por esse trabalho junto ao diretor, formando assim uma relação de parceria - e cumplicidade - para transformar a escola num espaço de aprendizagem. O que ocorre em muitos casos é que, sem formação adequada, ele acaba assumindo funções administrativas - e a formação permanente fica em segundo plano ou desaparece.

O supervisor, terceira peça do trio gestor, é o funcionário destacado pela Secretaria de Educação, geralmente um educador, para dar apoio às escolas e fazer a interface do Executivo com elas. As redes mais bem estruturadas dispõem de uma equipe de supervisores que divide responsabilidades e se articula para fazer a orientação dos diretores e apoiá-los nas questões do dia a dia, formar os coordenadores pedagógicos e os professores e garantir a implementação das políticas públicas, que são as orientações oficiais que dão unidade à rede. Beatriz Gouveia, coordenadora do Programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, em São Paulo, que também faz formação de educadores, afirma que esses técnicos da Secretaria devem ser os grandes parceiros da equipe escolar: "Com a experiência que têm, eles podem garantir as condições para que todas as escolas tenham um bom desempenho".

Fonte Nova escola

E como as coisas funcionam na sua rede de ensino? E na sua escola? Opine.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Qual é o critério que define quando um animal está em extinção?

Encontrado apenas na ilha da Tasmânia, na Austrália, o Demônio da Tasmânia passou do status de “pouco preocupante” para “em perigo”. Foto: David Hewett

"Um animal é considerado extinto quando deixa de existir, seja na natureza ou em cativeiro, por causas naturais ou pela ação do homem. Mas, para dizer que uma espécie está em extinção, não basta saber a quantidade geral de indivíduos que existem na natureza", explica Kátia Rancura, bióloga da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Essa classificação é mais complexa e feita com base em critérios adotados pela União Internacional para a Conservação da Natureza e
dos Recursos Naturais (IUCN), mais antiga organização internacional de preservação do meio-ambiente.

Segundo a IUCN, as espécies podem ser classificadas em oito categorias: extinta, extinta na natureza, criticamente em perigo, em perigo, vulnerável, quase ameaçada, pouco preocupante e deficientes em dados. Se a espécie foi classificada em uma das duas primeiras categorias é considerada extinta, se está entre vulnerável e criticamente em perigo, corre risco de extinção.

Para se chegar a uma dessas categorias, são levados em conta os seguintes critérios: 1  Quanto a população diminuiu durante o espaço de três gerações ou qual é a projeção de declínio populacional para as próximas três gerações; 2  Extensão de ocorrência e tamanho da área que ocupa; 3  Tamanho da população de indivíduos maduros (prontos para a reprodução); 4  Análises quantitativas que mostram a probabilidade de extinção na natureza nas próximas três gerações.

Com base nesses critérios, desde 1994 a IUCN publica a chamada Lista Vermelha, um documento que detalha a situação de 45 mil espécies de animais, plantas e fungos. A última lista, lançada em 2008, classifica 10.500 espécies como ameaçadas. Entre os animais vertebrados, 10% de todas as espécies conhecidas correm o risco de desaparecer.

Foto: Encontrado apenas na Austrália, o Demônio da Tasmânia passou do status de “pouco preocupante”
para “em perigo”. Foto: David Hewettnda

Fonte: Especial Meio Ambiente/Nova Escola

Debate sobre a Lei n. 10.639/03 - SP

O AFRHUM - Instituto Pedagógico para o Crescimento, Fortalecimento e Valorização do Viver Afro-Brasileiro e os Direitos Humanos realizará no dia 22 de março de 2010 a partir das 19h no Salão Nobre - Auditório Vereador João Brasil Vita - 8º andar da Câmara Municipal de São Paulo - Viaduto Jaceguai, 100 - Centro - São Paulo, o debate:
 
Nós, Afro-Descendentes: Hístória Africana e Afro-Descendente na Cultura Brasileira. Lutas pela consolidação da Lei 10.639/03.

Com os seguintes debatedores:

- Frei David - Presidente da EDUCAFRO
- Edileusa Penha de Souza da SECAD - Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC - Ministério da Educação
- Kabengele Munanga - Diretor do Instituto de Antropologia da USP - Universidade de São Paulo
- Rosana de Souza - Professora da Rede Pública de Ensino do Município de São Paulo
- Mameto Kindandalakata Mona Kilimbekeueta - Sacerdotisa do Candomblé de Angola.
- Dra. Maria da Penha Guimarães - Advogada e militante na área dos Direitos Humanos

O evento será conduzido por Geraldo Potiguar do Nascimento (Geraldinho) - Coordenador do AFRHUM.
 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Mais educação


Em 28 de janeiro, foi publicado o Decreto 7.083, que instituiu o Programa Mais Educação (PME), que tem por objetivo contribuir para a melhoria da aprendizagem por meio da ampliação do tempo de permanência de crianças, adolescentes e jovens matriculados em escola pública, mediante oferta de educação básica em tempo integral.

A norma considera educação básica em tempo integral a jornada escolar com duração igual ou superior a sete horas diárias, durante todo o período letivo, compreendendo o tempo total em que o aluno permanece na escola ou em atividades escolares em outros espaços educacionais.

O decreto também estabelece que a jornada escolar diária seja ampliada com o desenvolvimento das atividades de acompanhamento pedagógico, experimentação e investigação científica, cultura e artes, esporte e lazer, cultura digital, educação econômica, comunicação e uso de mídias, meio ambiente, direitos humanos, práticas de prevenção aos agravos à saúde, promoção da saúde e da alimentação saudável, entre outras atividades.

As atividades poderão ser desenvolvidas no espaço escolar de acordo com a disponibilidade da instituição de ensino, ou fora dele, sob orientação pedagógica, mediante o uso dos equipamentos públicos e do estabelecimento de parcerias com órgãos ou instituições locais.

A educação integral, no âmbito do programa, tem por princípios básicos a articulação das disciplinas curriculares com diferentes campos de conhecimento e práticas socioculturais; a constituição de territórios educativos para o desenvolvimento de atividades de educação integral, por meio da integração dos espaços escolares com equipamentos públicos, como centros comunitários, bibliotecas públicas, praças, parques, museus e cinemas; a integração entre as políticas educacionais e sociais, em interlocução com as comunidades escolares; a valorização das experiências históricas das escolas de tempo integral como inspiradoras da educação integral na contemporaneidade; o incentivo à criação de espaços educadores sustentáveis com a readequação dos prédios escolares, incluindo a acessibilidade, e à gestão, à formação de professores e à inserção das temáticas de sustentabilidade ambiental nos currículos e no desenvolvimento de materiais didáticos; a afirmação da cultura dos direitos humanos, estruturada na diversidade, na promoção da equidade étnico-racial, religiosa, cultural, territorial, geracional, de gênero, de orientação sexual, de opção política e de nacionalidade, por meio da inserção da temática dos direitos humanos na formação de professores, nos currículos e no desenvolvimento de materiais didáticos; e a articulação entre sistemas de ensino, universidades e escolas para assegurar a produção de conhecimento, a sustentação teórico-metodológica e a formação inicial e continuada dos profissionais no campo da educação integral. Em relação aos objetivos, o PME buscará a formulação da política nacional de educação básica em tempo integral; a promoção do diálogo entre os conteúdos escolares e os saberes locais; o favorecimento da convivência entre professores, alunos e suas comunidades; a disseminação das experiências das escolas que desenvolvem atividades de educação integral; e a convergência de políticas e programas de saúde, cultura, esporte, direitos humanos, educação ambiental, divulgação científica, enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes, integração entre escola e comunidade para o desenvolvimento do projeto político-pedagógico de educação integral.

Esses objetivos serão desenvolvidos em colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, mediante prestação de assistência técnica e financeira aos programas de ampliação da jornada escolar diária nas escolas públicas de educação básica. No aspecto nacional, o sistema será executado e gerido pelo Ministério da Educação, que editará as suas diretrizes gerais, podendo ser realizadas parcerias com outros ministérios, órgãos ou entidades do Poder Executivo federal para o estabelecimento de ações conjuntas, definindo-se as atribuições e os compromissos de cada partícipe em ato próprio.

Em âmbito regional, a execução e a gestão do PME competirão às secretarias de Educação, que conjugarão suas ações com os órgãos públicos das áreas de esporte, cultura, ciência e tecnologia, meio ambiente e de juventude, sem prejuízo de outros órgãos e entidades do Executivo estadual e municipal, do Legislativo e da sociedade. Para a implantação dos programas de ampliação do tempo escolar nas escolas públicas de educação básica, o PME contará com a assistência financeira do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A educação básica de qualidade é um dos principais problemas existentes no país.

Portanto, a ideia de educação em tempo integral nas escolas públicas é louvável, principalmente no que tange à socialização dos alunos, reduzindo a redução da marginalização social. Além da jornada integral nas escolas, o sucesso do projeto depende consideravelmente da valorização dos educadores, tanto do ponto de vista financeiro quanto estrutural.


Fonte: Estado de Minas

Autor: Redação

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

2010 Ano da Biodiversidade

Fonte: Por Isadora de Afrodite e Ligia Paes de Barros
             http://www.wwf.org.br


A Organização das Nações Unidas (ONU) fez o lançamento oficial do Ano Internacional da Biodiversidade no dia 22 de janeiro(...) em evento organizado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em sua sede em Paris. 

O objetivo da iniciativa é divulgar a relevância do assunto e chamar a atenção da sociedade mundial para as taxas alarmantes de perda de biodiversidade. Estudos da União Internacional para Conservação da Natureza (UICN) apontam que 17.000 espécies de plantas e animais estão ameaçadas de extinção.

Além disso, especialistas estimam que 60% dos ecossistemas do planeta não são mais capazes de prover os serviços ecológicos dos quais o homem depende, tais como produção de alimentos, água potável e controle do clima.

Durante a décima Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-10/CDB), que acontecerá em outubro, na cidade japonesa de Nagoia, os países signatários devem definir novas metas, espera-se que ambiciosas, para a redução da perda de biodiversidade nos próximos anos.

Participação brasileira


O Brasil, que é o primeiro país do mundo em biodiversidade, tem o compromisso de proteger em unidades de conservação (UCs) 30% da Amazônia e 10% de cada um dos outros biomas – Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal, Caatinga e Pampas. Para a Mata Atlântica, o compromisso é de não desmatar mais nenhuma área remanescente.

Os participantes da COP-10 também devem se dedicar à avaliação do Programa de Trabalho sobre Áreas Protegidas da CDB. “O WWF-Brasil vai contribuir para essas discussões com a realização de avaliações sobre as UCs brasileiras e, mais especificamente, as UCs da Amazônia. Vale destacar que essa avaliação da Amazônia engloba não apenas as UCs no território brasileiro, mas todo o sistema de unidades de conservação dos nove países amazônicos”, afirma o superintendente de conservação do WWF-Brasil, Cláudio Maretti.

Maretti explica ainda que uma das principais expectativas com relação à COP-10 é que sejam discutidas diretrizes concretas a respeito da repartição de benefícios provenientes da biodiversidade: “esse é o ponto da CDB que ainda não recebeu a devida atenção por parte dos signatários da Convenção”.

Pós-Copenhague

Outro tema que se destaca este ano é a importância da biodiversidade para o equilíbrio climático do planeta. Depois dos resultados pouco alentadores da COP-15 da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima, realizada em dezembro passado em Copenhague, Dinamarca, a discussão sobre o clima irá continuar em pauta.

“Além de ser importante para a regulação climática, a biodiversidade terá um papel fundamental para a adaptação dos seres humanos às mudanças climáticas que já são inevitáveis. Precisaremos contar com os ecossistemas para buscar estratégias de adaptação”, comenta Maretti.

Por outro lado, as ações de conservação da biodiversidade também precisarão se adaptar ao novo contexto de mudanças climáticas. As alterações no clima podem ter graves efeitos para os ecossistemas e ainda é preciso pesquisar alternativas para garantir a sobrevivência das espécies e a continuidade dos serviços ecológicos que prestam.

“No Pantanal, o WWF-Brasil está fazendo um trabalho pioneiro de avaliação da vulnerabilidade às mudanças climáticas e de desenvolvimento de estratégias de adaptação com base em ecossistemas”, conta o superintendente de conservação.

As atividades de abertura do Ano Internacional da Biodiversidade contarão com a presença de especialistas da CDB, da Universidade de Harvard, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), UICN, entre outros.

Para saber mais sobre a situação do planeta, acesse o relatório Planeta Vivo 2008 produzido pela Rede WWF.

Atividade de Biodiversidade

Aproveitando que este é o ano da Biodiversidade, sugiro esta atividade para você, Coordenador Pedagógico  lançar como proposta para sua equipe.
Não podemos nos esquecer que a escola é um espaço de formação e de construção de opiniões e informações. Os alunos precisam saber de conteúdos  necessários para serem agentes de transformação, ainda mais em se tratando de chamar a atenção para os cuidados com a natureza. Nós devemos ser generosos e ambiciosos na formação sobre como cuidar melhor do nosso planeta para essa geração que hoje está crescendo e, que podem como todos nós contribuir para amenizar  e melhorar o meio em que vivemos.

nde Está a Biodiversidade?
Objetivos
Conhecer um pouco a biodiversidade da escola ou seu entorno
Conteúdos
Biodiversidade - sementes - frutas brasileiras - ecossistemas – desperdício de alimentos - conservação dos recursos naturais – substituição dos biomas brasileiros pelas plantações de soja e cana-de-açúcar, origem dos alimentos - a biodiversidade no nosso dia-a-dia.
Material


  • Panfletos publicitários, revistas velhas ou anúncios em geral com figuras





  • Cartolina





  • Cola





  • Tesoura





  • Material de consulta: livros sobre o tema biodiversidade




  • Questões Problemas


  • Qual a relação do Homem com a biodiversidade?





  • Pra que serve a biodiversidade?





  • A biodiversidade está presente no nosso dia-a-dia? Onde?





  • Existe biodiversidade na escola?




  • Início
    O professor começaria a atividade levantando o conhecimento prévio dos alunos: O que é biodiversidade? O que significa a palavra bio? E diversidade? E biodiversidade? Onde poderíamos procurar o significado da palavra biodiversidade? (os alunos poderiam responder no dicionário ou na internet). Onde a biodiversidade está concentrada? Utilizamos a biodiversidade? Para quê? Como? Quais os exemplos que existem na escola, no bairro, na cidade, no país?
    Colocando a Mão na Massa
    O professor distribuiria as revistas, jornais e folhetos de publicidade entre os grupos. Pediria aos alunos para recortarem figuras que representem a biodiversidade (ela pode ser representada por animais, vegetais, alimentos, em produtos de beleza que contém frutas, sementes, óleos, entre outros).
    Após esta etapa cada grupo apresentaria suas figuras e as dividiriam em grupos (fauna, flora, relação ser humano- natureza, impactos ambientais, alimentos naturais e industrializados etc). Após a apresentação, o professor faria o acordo coletivo.
    Acordo Coletivo
    O professor questionaria os alunos: Quais as características dos seres vivos? Tem alguma figura que está em desacordo com essas características? Qual (is)? Por quê? Poderíamos colocá-las em outro grupo? (como, por exemplo, elementos da natureza não vivos: água, solo, rocha, vento, ar)
    Registro
    O registro poderia ser elaborado individualmente (através da produção textos ou de uma pesquisa) ou em grupo como: confecção cartazes, desenhos, histórias em quadrinhos ou uma peça de teatro.
    Sugestões e Dicas
    O professor de geografia poderia trabalhar com o tema “espaço” onde está a biodiversidade, o de matemática com o tema “quantidade”, quantos animais ou vegetais existem em um local, em uma figura etc. O professor de português abordaria vocabulário, textos descritivos ou narrativos.
    Fonte: http://www.cienciamao.if.usp.br/tudo/exibir.php?midia=ebr&cod=_2

    quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

    Forum Mundial de Educação Infanto Juvenil

    O Fórum Mundial de Educação InfantoJuvenil acontecerá na cidade de Osasco/SP e terá como foco a Infância e a Juventude.
    Serão debatidos 04 Eixos Temáticos, que problematizarão e dialogarão com a seguinte premissa: “Educação é direito e é um bem público”. São eles:
    Eixo 1: Espaços de participação e exercício da cidadania de crianças e jovens.
    Eixo 2: Espaços e tempos de ensinar e de aprender: concepções e práticas.
    Eixo 3: Ser educador(a): formação e práticas educativas nas sociedades atuais.
    Eixo 4: Políticas Públicas: como tem sido assegurado, em diferentes sociedades, o direito ao pleno desenvolvimento integral de crianças, jovens e adultos?
    O convite está aberto a todos e a todas que desejam se integrar a esse grande movimento de construção de outro mundo possível, fortalecendo essa rede de pessoas, instituições, organizações, movimentos.

    Sua presença é fundamental.
    Serviço:
    Fórum Mundial de Educação InfantoJuvenil
    Data: 26 e 27 de fevereiro de 2010.
    Local: Rua Franz Voegeli, 300 e 900 - Vila Yara - Osasco / SP
    Mais informações:
    Secretaria do FME

    terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

    Especialização gratuita em Relações Étnico-raciais e Educação - RJ

    Repassando para todos e todas:

    O Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ) publica o edital de seleção de candidatos à segunda turma do curso de pós-graduação lato sensu "RELAÇÕES ETNICORRACIAIS E EDUCAÇÃO: UMA PROPOSTA DE (RE)CONSTRUÇÃO DO IMAGINÁRIO SOCIAL.
    O Edital pode ser encontrado no sítio do CEFET/RJ (http://www.cefet-rj.br/ ), na página da Diretoria de Pós-Graduação (http://dippg.cefet-rj.br/  ;    http://dippg.cefet-rj.br/index.php?option=com_content&view=article&id=94%3Acursospgls&catid=23%3Acolat&Itemid=70&lang=br ).

    O curso é TOTALMENTE GRATUITO.

    Encontro Guarani

    Indígenas da América do Sul estarão reunidos de 2 a 5 de fevereiro, no Paraná

    A aldeia indígena Tekoha Añetete, localizada no município de Diamante D’Oeste, no Paraná, sediará de 2 a 5 de fevereiro, o Encontro dos Povos Guarani da América do Sul (Aty Guasu Ñande Reko Resakã Yvy Rupa), que está sendo realizado pelo Ministério da Cultura por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural.

    O objetivo da iniciativa, cuja programação foi elaborada pelos próprios indígenas, é apresentar a força das comunidades, difundir suas culturas tradicionais e contribuir para um visão mais ampla da temática indígena no Brasil e na América do Sul, além de fortalecer a identidade. Para o antropólogo Rubem Almeida, coordenador técnico do evento, será uma oportunidade importante para os guarani se relacionarem e discutirem questões básicas da etnia.

    O primeiro dia do encontro será destinado à chegada e acomodação dos cerca de 800 índios guarani da Bolívia, Paraguai, Argentina e do Brasil - Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro. Nos dias 3 e 4, haverá apenas a participação dos indígenas, que discutirão as propostas a serem apresentadas às autoridades. Já o encerramento contará com as presenças dos ministros da Cultura do Brasil e do Paraguai, Juca Ferreira e Tício Escobar, respectivamente.

    A realização do Encontro dos Povos Guarani da América do Sul tem a parceria da Itaipu Binacional, da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), das Secretarias de Educação e de Cultura do Paraná, e das Prefeituras Municipais de Diamante D’Oeste e de Foz do Iguaçu. O Instituto Empreender é responsável pela produção executiva do evento, que tem o apoio do Mercosul Cultural.

    A programação completa, notícias em tempo real e outras informações podem ser conferidas na página eletrônica blogs.cultura.gov.br/encontroguarani.

    Registro Audiovisual - Duas equipes de filmagens formadas por indígenas do Brasil - Guarani-Mbya, do Rio Grande do Sul, e Kaiowá, do Mato Grosso do Sul - registrarão o evento. As imagens produzidas resultarão em dois documentários que serão disponibilizados no Blog do Encontro. A TV Cultura também produzirá um documentário sobre a iniciativa.

    (Heli Espíndola, Comunicação SID/MinC)