terça-feira, 22 de abril de 2008

Dia da Terra

Hoje é um dia para reflexão para pensarmos em que medida podemos ajudar na preservação do planeta.

Essa é uma questão fundamental nos dias de hoje.

Não podemos pensar que a tecnologia vai resolver todos nossos problemas futuros.
Não podemos achar que não podemos fazer nada!

Podemos fazer e devemos começar agora!

Não usar água em vão, não poluir rios e mares, comprar equipamentos eletrônicos que não poluam a natureza, economizar energia elétrica, ensinar nossos filhos e alunos a serem cuidadosos com a natureza e o mundo que os cerca.

Pode não parecer muito. Pode não parecer nada. Mas se todo mundo fizer a sua parte, é muito!

Vamos refletit vendo um trecho do documentário de Al Gore chamado "Uma Verdade Incoveniente"

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Analfabetismo na Blogosfera

O Site Saia Justa numa iniciativa muito bacana, propôs uma discussão em rede, coletiva sobre a questão do analfabetismo no Brasil, que realmente é uma questão muito séria, e que temos refletir, internalizar para cobrar e propor mudanças.
Aí vai minha pequena parcela de contribuição.

Indignação!

O Brasil tem 16 milhões de Analfabetos!

Alarmante!

16,295 milhões são incapazes de escrever um simples bilhete!

Preocupante!

Se levarmos em conta os analfabetos funcionais esse número pula para 33 milhões!


Como Pode isso?

Das 5.507 cidades brasileiras apenas 19 cidades possuem cidadãos que freqüentaram
8 anos de estudo em média!


São Paulo tem aproximadamente 383 mil analfabetos

O Rio de Janeiro aproximadamente 200 mil analfabetos

No município de Jordão no Acre a taxa é de 60,7 de seus 4,45 habitantes são analfabetos!

Em Guaribas no Piauí, tem a menor média de anos escolares cursados!

E os dados do Censo de 2003 continuam com números cada vez mais pavorosos.

O difícil de crer é que o Brasil tenha um Secretário Especial para Erradicação do Analfabetismo. Alguém que não é professor sabia disso? Ou, vamos lá, alguém que é professor sabe disso?

Não gosto de discursos inócuos que caem no vazio. Há 15 anos dou minha contribuição na erradicação do analfabetismo no Brasil, e milito através de meu trabalho como professora e coordenadora Pedagógica. Sempre apostei nos meus alunos. Sempre! E NUNCA ME DECEPCIONEI!

Porque o Brasil não aposta nessas 33 milhões de pessoas?

A coisa mais linda para um professor é ensinar e acompanhar uma criança a ler.
A compreensão do sentido nos olhos, a felicidade explícita e vacilante, o entendimento daquele momento histórico e único.

Vamos fazer um exercício: Você se lembra do dia que você aprendeu a ler?

Vamos lá, tente! É um momento único especial, um segundo nascimento.

Os indianos crêem que ao conhecer, você sai do mundo das trevas e conhece a luz.
Eu amo esse conceito, pois é isso mesmo! A vida se abre e você penetra em caminhos nunca dantes navegados.

Morro de preocupação com dados como esse do censo. Que na verdade, chegam a ser um pouco ultrapassados, mas são os últimos dados analisados.

Como profissional, me preocupa que os governos continuem alimentando o analfabetismo e principalmente o analfabetismo funcional. Todos sabem que não há desenvolvimento social sem educação.
Como cidadã me preocupa que o Brasil, que está alcançando um bom nível de desenvolvimento, continue agindo sem investir prioritariamente em educação.
Como é possível crescer sem investir em capital humano?

E ainda outro dado que me preocupa é que a situação de 2003 não tenha mudado! Que nada tenha sido feito efetivamente para transformar esse contexto, e que essas 33 milhões de pessoas, permaneçam como sempre estiveram: Na mais profunda escuridão de si mesmas! Sem direitos, sem oportunidades,sem esperança

quarta-feira, 16 de abril de 2008

A Importância da Arte

A arte pode levar o homem de um estado de fragmentação a um estado de ser íntegro,

total.

A arte capacita o homem para compreender a realidade e o ajuda não só a suportá-la,

como a transformá-la,aumentando-lhe a determinação de torná-la mais humana e mais


hospitaleira para a humanidade.

A arte, ela própria, é uma realidade social.

A sociedade precisa do artista, este supremo feiticeiro, e tem o direito de pedir-lhe

que ele seja consciente de sua função social.

Por isso na escola é fundamental que arte esteja em todos os lugares ou seja numa

exposição permanente, num estímulo a criação de grupos de teatro e de musica tanto de


alunos como de professores, em passeios culturais programados para alunos e

professores, em convites a artistas para visitarem a escola, em projetos em

que arte seja o principal objetivo.

O Coordenador Pedagógico pode planejar atividades em que não somente o aluno seja o

privilegiado, mas o professor também.Algumas instituições oferecem entrada gratuita

para professores como museus e centros culturais.

Já pensou que delícia ser sorteado com entradas para o teatro, um balé ou um concerto

de música?

Mãos à arte!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Educação Infantil- O Poder da Midia

Vídeo-Reflexão:



*O que nós como educadores podemos fazer com o forte poder da mídia influenciando diretamente os educandos de todas as classes sociais?Sim, porque diferentemente da leitura e dos livros, a mídia domina todos os lares desde dos mais pobres aos mais abastados.

*Os educadores devem usar as imagens de consumo para criar situações de aprendizagem?Como? A mídia passando de inimiga a aliada em sala de aula.

*É fato que a mídia propagandeia ações pouco éticas, exlora a erotização, a corrupção, a violência e os maus costumes,o que a nós escola, e educadores estamos fazendo efetivamante para acentuar ou para diminuir o impacto disso em nossos alunos?

*Em que medida nós educadores refletimos sobre a importãncia da mídia na nossa vida e no nosso trabalho?

* No vídeo vemos imagens de brincadeiras que parecem desconhecidas pelas crianças da aftualidade. É nosso papel como educador resgatar esses elementos desconhecidos?

*É nosso papel concientizar nossos alunos dos efeitos negativos da mídia na vida ou isso é apenas papel da familia?

*Como podemos conciliar o poder da mídia em sala de aula?

Esse é um excelente tema para uma Reunião Pedagógica ou um Centro de Estudos. O poder da mídia é um assunto que deve ser debatido exaustivamante na escola, porque influencia diretamente nossos alunos e alunas de todas as idades.

Nós coordenadores pedagógicos devemos sempre preparar debates nesse nível para incrementar a formação docente no trabalho.

Se quiserem, podemos trocar idéias sobre o assunto.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Projeto Semana dos Povos Indígenas

Esse projeto foi idealizado por mim e realizado nas escolas do municipio que trabalhei.

Objetivo:Refletir com os alunos sobre a atual situação dos povos indígenas brasileiros.

A escolas deverão elaborar atividades com a temática indígena levantando questões como:

1-como vivem os povos indígenas hoje no Brasil?
2-Qual a situação da demarcação das terras indígenas?
3-discutir sobre o presente e o futuro desses povos
4-Refletir sobre os direitos, condições de vida,etc.
5-Como a devastação da natureza contribui para a exterminação indígena?

Justificativa:Depois de mais de quinhentos anos da conquista portuguesa, temos hoje no Brasil somente 218 povos indígenas falando de 180 línguas conhecidas.
Acredita-se que no ano de 1500 eram faladas mais de 1.270 línguas nativas.
A marca de 85% demonstra a total exterminação dos povos indígenas. A diversidade sociocultural dos povos indígenas no Brasil é um fato, o problema é como apreendê-la.
Cabe a escola levantar estas questões e compor uma identidade indígena real diferente das colocadas nos livros didáticos.

O projeto deve se basear principalmente em discussões e pesquisas realizadas pelos alunos. Sugerimos as seguintes atividades:

-Pesquisa de povos indígenas existentes;
-Pesquisa dos troncos lingüísticos;
-Confecção de livros;
-Confecção de cartazes, mapas,análises, portfólios,etc.
-Produção de poesias, textos, redações,etc.
-Organização de peça teatral ou sarau de poesia;
-Confecção de aquarelas ou telas;
-Confecção de ocas,instrumentos,cocares, armas indígenas;
- Exposição de alimentos e vestimentas indígenas.

“Precisei me adaptar ao mundo em que vivo sem perder o que eu sou."

Índio Jurandir Siridiwê Xavante

quinta-feira, 10 de abril de 2008

A poesia tem lugar nos meios de comunicação?

“O que é possível na poesia é inverossímil fora dela e Aristóteles afirmava ser verossímil que, na poesia, ocorram coisas inverossímeis(...) A poesia é uma outra linguagem, porque nela se criam realidades que tem existência intelectual e corporalidade oral, que não são possíveis fora dela”
(Antonio Gamoneda)

Não seria um exagero dizer que a poesia não tem o lugar que merece nos meios de comunicação de todo o mundo.
Cabe a nós, poetas, escritores e professores tentarmos reverter o quadro, que não é uma realidade específica de um determinado país, mas sim uma constatação unânime de vários paises.

No Brasil, por exemplo, que investe muito pouco em política cultural, temos outros agravantes que fazem perdurar esta triste realidade:

Uma cultura não leitora fomentada desde a colonização portuguesa, onde somente os filhos dos brancos poderiam estudar, esse fato elitista e preconceituoso, foi se agravando com as ditaduras civis e militares que dominaram nosso país desde sua formação republicana.

Os ditadores obviamente, não tinham interesse em formar cidadãos pensantes, muito menos, leitores que fossem capazes de colocar em xeque as mazelas de um sistema decadente. A impressa por sua vez, era calada por decretos autoritários e diversos tipos de punições.

Na década de 60 enquanto o mundo percorria o caminho das lutas democráticas , tínhamos 50% de analfabetos no Brasil, e um povo que vivia alienado da política, e dos fatos que evidenciavam cassações e mortes até hoje não esclarecidas.

Então, posso afirmar que o povo brasileiro não tem a tradição da leitura, e por sua vez, o prazer leitor também não é formado nas escolas.

Temos um contingente enorme de crianças e jovens analfabetos funcionais, isto é, que freqüentam as escolas, mas não aprendem, que chegam ao final do ensino médio mal sabendo ler e escrever..

Algumas pesquisa recentes realizadas no Brasil, constataram que no universo escolar poucos são os alunos que conseguem compreender o que lêem.Esse resultado desagradável foi discutido durante alguns dias nos meios de comunicação sem que se apresentassem propostas viáveis para resolver os problemas.

O Governo Brasileiro entretanto tem procurado alternativas, consideradas viáveis mais ainda muito limitado, se formos pensar a nível de continente

O projeto intitulado “Literatura em minha casa”, foi implementado no Governo Fernando Henrique Cardoso e dado continuidade no primeiro mandato do governo Lula.
O programa consistia em distribuir gratuitamente em todas as escolas públicas brasileiras, um kit gratuito com 5 livros de poesias, contos, novelas, e peças de teatro de clássicos da literatura nacionais e internacionais que os alunos levavam para casa e assim,estimulados a ler em família. Para vários alunos esta experiência foi a primeira e única aquisição de um livro.

Uma pena que tenha acabado.

Existia um outro programa governamental intitulado Programa Nacional de Biblioteca Escolar onde as escolas públicas recebiam gratuitamente e anualmente centenas de títulos da literatura brasileira e mundial.
O objetivo era incentivar nas crianças e nos professores o gosto pela leitura e pelo saber
Eram ações que fazima parte de uma Política de Formação de Leitores que democratizava o acesso de alunos e professores à cultura e à informação,contribuindo, dessa forma, para o fomento à prática da leitura e para a formação de professores e alunos.
Porque parou? Parou por quê?

Esses programas eram maravilhosos.
Levar poesia, o conto, a dramaturgia a quem nunca teve acesso a essas temáticas.

E não existe canal mais eficaz para resgatar a cultura e um povo do que através da literatura.

E a escola é esse veículo da divulgação cultural, ética, o canal de resgate da nossa imagem como povo.

Todos sabem que a força dos meios de comunicação é tão forte e tão infiltradora que é capaz de tornar uma criança num consumidor compulsivo, num catalizador de conceitos estabelecidos, por vezes nada éticos.

Porque não usar essa força em favor próprio, estimulando a leitura?

Mas o Estado não é capaz de criar mecanismos para fomentar o interesse leitor. Principalmente do leitor de poesia.

Os meios de comunicação investem no discurso que a poesia é uma leitura das elites,das classes abastadas, e no entanto , a poesia é uma das primeiras manifestações literárias do homem como ser criativo.

A poesia dorme no coração do homem.

Então, é preciso resistir.

A resistência cultural é importante para a sobrevivência da poesia.

Não é mais possível que as editoras continuem ignorando a poesia dizendo que poesia não vende livros e continuem preferindo trabalhar com escritores consagrados em detrimento de outros, porque é mais fácil conseguir espaço na mídia e assim vender mais exemplares.

A invenção da Imprensa e o aparecimento da Internet são dois momentos históricos que modificaram o panorama da cultura, apesar dos 4 séculos que os separam.

A internet então está se tornando um meio de comunicação que vai se firmando como um canal onde a poesia vai sobrevivendo de maneira colaborativa e que cada vez se torna mais é uma ferramenta cultural máxima para a proliferação da poesia e da autonomia literária.

Os sites culturais poéticos sérios e respeitados acabam se transformando numa grande alternativa de divulgação da poesia e acabam se tornando por vezes o único meio de publicação, principalmente para os autores novos, tornando-se um suporte importante para a literatura. Embora acreditemos que o livro sempre terá seu lugar na vida humana.

Infelizmente a internet ainda não é um meio de comunicação de massas, e não atinge aos milhões de pessoas que não detém desse meio eletrônico.

Novamente a poesia recai sobre um público limitado, mas muito maior do que o do suporte livro. Para que os poetas voltem a fazer parte das cidades, das ruas, das escolas, da vida do homem é preciso continuarmos resistindo nas nossas casas, salas de aula, locais de trabalhos.

Trazendo as possibilidades de leitura á tona, como se fossem caixinhas de surpresa que nos encantam com uma música mágica.
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quarta-feira, 9 de abril de 2008

Sobre Dislexia

A cada dia vou incorporando conhecimentos tecnológicos ao meu repertório.
Hoje descobri como colocar vídeos nos posts.
Acredito que seria interessaante colocar matérias que sejam importantes para nossa profissão.

Escolhi essa matéria do Jornal Hoje sobre dislexia porque achei o texto bastante acessível.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Novas diretrizes nortearão educação étnico-racial

Boas experiências de implementação da Lei nº 10.639 – que trata da inclusão da história e cultura afro-brasileiras aos conteúdos escolares – servirão de base para a elaboração de um Plano Nacional com estratégias para nortear a implementação da legislação em todas as escolas do país. A Lei nº 10.639 alterou a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e determinou que a temática afro-brasileira fosse obrigatoriamente incluída nos currículos das redes de ensino de escolas públicas e particulares de ensino médio e/ou fundamental.

Para discutir a elaboração do plano nacional, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) organizará seis encontros – chamados Diálogos Regionais - A implementação das alterações da LDB - nas cinco regiões do país. O primeiro ocorrerá nos dias 9 e 10 de abril, em Belém.

“Queremos fortalecer o papel indutor do MEC na implementação da Lei 10.639”, disse a coordenadora geral da Diversidade, Leonor Franco de Araújo. Para ela, é preocupante a “morosidade da implementação da lei”. Criada em 2003, a lei ainda não foi aplicada aos conteúdos de muitas escolas.

Além das alterações da LDB, os encontros também discutirão a formação inicial e continuada de professores – qualificados para o ensino da temática étnico-racial – e a produção de material didático que trate do assunto. “O MEC já formou cerca de 10,5 mil professores e produziu 18 livros voltados para a temática étnico-racial”, informou Leonor. Porém, segundo a coordenadora, há cerca de 2 milhões de professores na rede, muitos sem qualificação para incluir a temática afro-brasileira ao conteúdo das disciplinas.

A coordenadora explicou que estados e municípios que desejam receber apoio federal para formar professores e receber material didático referentes à temática étnico-racial podem incluir a demanda no Plano de Ações Articuladas (PAR). O PAR norteia as ações para melhorar a qualidade da educação básica dos entes que participam do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Lei – A Lei nº 10.639 estabelece o ensino de cultura e história afro-brasileiras e especifica que deve-se privilegiar o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. Determina ainda que tais conteúdos devem ser ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de educação artística, literatura e história brasileiras.

A temática indígena foi incluída pela Lei nº 11.565 ao disposto pela Lei nº 10.639/03. Agora, as escolas de ensino fundamental e médio devem incluir nos seus currículos tanto a temática afro-brasileira quanto o ensino da história e cultura dos povos indígenas. Porém, os diálogos regionais buscam criar diretrizes de implementação da temática afro-brasileira.

Encontros – Em Belém, reúnem-se representantes de Roraima, Rondônia, Acre, Amapá, Tocantins e Amazonas. O 2º Diálogo, da região Centro-Oeste, ocorrerá em Cuiabá, nos dias 23 e 24 de abril, onde haverá representantes de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. O 3º Diálogo – da região Sudeste – será em Vitória, nos dias 7 e 8 de maio, com representantes de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No 4º Diálogo – da região Sul - representantes de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná debaterão em Curitiba, nos dias 14 e 15 de maio. Na região Nordeste haverá dois encontros. O 5º Diálogo, em São Luis, em 28 e 29 de maio, reunirá representantes do Piauí, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte e Paraíba. Já no 6º Diálogo, em Aracaju, nos dias 4 e 5 de junho, haverá representantes da Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

fonte: Ministério da Educação

Curso de Marxismo

O pessoal do Teatro Em Cordel pede para divulgar:

CURSO DE MARXISMO

FILOSOFIA: MATERIALISMO DIALÉTICO.

POLÍTICA: LUTA DE CLASSE.

ECONOMIA: CRÍTICA DA ECONOMIA POLÍTICA.

Palestrante: Antônio Ernesto Serra Gomes (Prof. Xavier).

Viajou pela América Latina fazendo cursos e palestras:

Universid(ad)des: San Marcos (Lima, Peru), Antióquia(Medelin, Colômbia) e México, (México)

Duração do Curso: 3 MESES.

APOSTILAS COM 11 OBRAS DE MARX.

Inscrição e mensalidade: 20,00(vinte reais)

Dia e loca da Aula Inaugural: 11 de abril-18:30h.

Rua Araujo Porto Alegre, 71/ (NONO ANDAR) A.B.I.?Rio de Janeiro

INSCRIÇÕES: www.cursodemarxismo.cjb.net

Informações; 82440 - 2224419 - Ernesto.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

O ambiente alfabetizador nas salinhas da Ed. Infantil

O ambiente numa sala de educação infantil deve ser repleto e espaços dedicados ao cotidiano da criança, como o calendário dos dias e do tempo.

O ideal é que seja uma sala ampla,mas mesmo que que não se tenha muito espaço, atividades como a "rodinha da leitura" ou "rodinha da conversa" onde os assuntos são apresentados e discutidos devem ser contemplados.

Se a sala tiver espaços físicos pode ser divido em cantinhos: da música, das artes, da história, da Geoggrafia, das Ciências, etc.
Caso o espaço fisico não exista crie esses espaços nas paredes com murais removíveis ou mesmo um quadro de pregas.

Os materiais necessários como: tinta guache, pintura a dedo, anilina dissolvida no álcool, massa de modelar, revistas para recorte, tesouras, cola, folhas brancas para desenho, lápis de cor, giz de cera, hidrocor e outros não podem faltar.

Ter um espaço reservado para as atividades de Psicomotricidade também é primordial.

O ideal é ter caixas onde contenham materiais como: tênis (de madeira) com cadarço para o aluno aprender a amarrar, telaios (material montessoriano) com botões, colchete, velcron ( para as crianças aprenderem a utilizá-los), tabuleiro de areia, materiais e jogos de encaixe, de “enfiagem”, como, por exemplo, ( para enfiar os macarrões ou contas no barbante para trabalhar a motricidade refinada das crianças).

Fazer teatro é uma ótima atividade para os pequenos.

Na salinha pode ter um espelho afixado de acordo com o tamanho das crianças, dentro de um baú trajes como, por exemplo, fantasias, acessórios como chapéus de mágico, de palhaço, enfim de diversos tipos, cachecóis, echarpes, bijouterias, estojo de maquiagem e outros. Poderá ser construído um pequeno tablado de madeira, onde as crianças poderão apresentar as dramatizações.

O mobiliário deverá ser adequado ao tamanho das crianças: mesas, cadeiras, estantes, gaveteiro (para guardar o material pessoal dos alunos: escova de dentes, creme dental, pente ou escova, avental e outros).

Os murais da sala podem ser confeccionados com materiais como cortiça, no estilo flanelógrafo, utilizando tecido próprio, onde deverão ser expostos os trabalhos dos alunos: pesquisas, exercícios, atividades de artes e outros.

Quadro de giz afixado de acordo com tamanho dos alunos.

Todo material que for afixado na parede, como por exemplo: murais, quadros de chamada de giz, linhas do tempo, janelinhas do tempo, cartazes, e outros deverão ser colocados de acordo com o tamanho dos alunos para que estes possam visualizar.

As paredes da sala devem ser de cores claras, pois além de clarear o ambiente, “passam” tranqüilidade às crianças.

É fundamental que haja um cantinho reservado para colocar colchõezinhos, caso alguma criança adormeça, pois nessa fase algumas ainda dormem durante o dia. É necessário também o travesseirinho e uma manta ou edredon para os dias mais frios.

Concluindo, a sala de aula de Educação Infantil deve ser clara, arejada e deve conter “estímulos” apropriados ao desenvolvimento integral da criança.

Saúde do Professor

Estava lendo a Nova escola deste mês e achei muito interessante a matéria que fala sobre a saúde do professor.
Obviamente que um professor estressado não rende em sala de aula, e com isso a aprendizagem dos alunos também fica comprometida.

E a bola de neve não para de crescer, porque estressado, o professor tende a se afastar da escola, e se afastando da escola, os alunos ficam sem aulas.

O assunto é complicado.

Conheço muitos professores, inclusive eu, que adoeceram no trabalho. Mas como fazer para que esses efeitos nocivos a nossa saúde sejam minimizados?

A Nova escola dá umas "receitinhas". Vamos à elas:

"A presença de diretores e coordenadores pedagógicos que dêem suporte efetivo equipe escolar e se co-responsabilizem pelos resultados do ensino é, igualmente, fator de aprimoramento das condições profissionais. Nesses profissionais estão as respostas para dificuldades que vão de questões pedagógicas a problemas de relacionamento. É o que mostra à pesquisa Saúde e Apoio Social no Trabalho, realizada em 2006 por Rodrigo Manoel Giovanetti, na Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. "O apoio social tem efeitos moderadores do estresse e da síndrome do esgotamento, além de promover satisfação e produtividade", explica Giovanetti.

As investigações em escolas públicas levaram o pesquisador a concluir que, quando o diretor deixa de focar a atuação nas questões burocráticas, ele consegue tornar o dia-a-dia menos desgastante para todos. Por sua vez, os coordenadores, que também ocupam posição de liderança, têm papel fundamental no acompanhamento da prática em sala. Essa ação tem o poder de minimizar as angústias do docente diante das adversidades."

Minha única preocupação é que nós coordenadores, não somos salvadores da pátria.
E quem é que cuida da nossa sáude mental e física?

Nossas atividades são muito desgastantes e nossas responsabilidades como gestores ultrapassam muitas vezes as questões cotidianas da escola.

Mesmo assim, gostei dessa matéria, porque contribuiu para sedimentar meu foco de estudos,que é comprovar que a presença de um coordenador pedagógico eficiente e pesquisador, transforma a rotina da escola e torna o ensino aprendizagem mais dinâmico e aprimorado.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Conselhos de Classe

Como estamos em época de Conselho de Classe, resolvi postar tudo que eu tenho a respeito sobre o assunto.

Espero que possa contribuir:

IMPORTÂNCIA DO CONSELHO DE CLASSE:


Os conselhos de classe têm por objetivo o aperfeiçoamento do trabalho educativo da escola, através da união e esforço da equipe pedagógica, dos professores,funcionários de apoio e Direção.

OBJETIVOS:

1)CONSTATAR QUE TIPO DE PROGRESSO APRESENTARAM OS ALUNOS COM DIFICULDADES NA APRENDIZAGEM, CONDUTA OU OUTROS INDICATIVOS DO CONSELHO ANTERIOR.

2)VERIFICAR A NATUREZA DAS MODIFICAÇÕES OCORRIDAS NAS TURMAS.

3)EXAMINAR O APROVEITAMENTO GLOBAL DAS TURMAS, ANALISANDO O RENDIMENTO DO 2.º BIMENSTRE , COMPARANDO COM O 1.º BIMESTRE.

4)AVALIAR O TRABALHO DESENVOLVIDO NO 1.º SEMESTRE, COM VISTAS À REFORMULAÇÃO.


SUGESTÕES:


a)TODAS AS REUNIÕES E OS C.0.Cs DEVEM TER UMA AGENDA OU PAUTA DE TRABALHO.

b)PAUTA

c)PONTUALIDADE NAS REUNIÕES EM GERAL.

d)OBJETIVOS DA REUNIÃO

e)REGISTRAR O DESENVOLVIMENTO EM LIVRO – ATA

f)(OBSERVAÇÕES, CRÍTICAS, SUGESTÕES, COBRANÇAS DE ROTINA )

g)NOME COMPLETO DOS PARTICIPANTES


h)NOME COMPLETO DOS AUSENTES

Sugestão de Pauta:

PONTUALIDADE


RESPEITO AO CALENDÁRIO ESCOLAR


ABERTURA


LEITURA DO TEXTO DE REFLEXÃO


PROFESSORES - CONSELHEIROS


ALUNOS REPRESENTANTES


REPRESENTANTES DO PAIS


PARA PARTICIPAR DO COC DEVEM OS PROFESSORES APRESENTAR:

DIÁRIOS DE CLASSE PREENCHIDOS CORRETAMENTE, COM NOTAS OU CONCEITOS LANÇADOS E AS DEVIDAS OBSERVAÇÕES.



ANÁLISE GLOBAL DAS TURMAS:


S.0.E. S.0.P. PROFESSOR e ALUNO, LEVANDO-SE EM CONTA:


DISCIPLINA

INTERESSE

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

DESEMPENHO

REALIZAÇÃO DAS TAREFAS DE CASA

CONSERVAÇÃO E LIMPEZA DA SALA DE AULA E DO MATERIAL ESCOLAR

ATIVIDADES REALIZADAS EM SALA DE AULA

FREQUÊNCIA

DIÁRIOS COMPLETOS

ALUNOS QUE NECESSITAM DA ATENÇÃO DO S.0.E e S.0.P.
( PROBLEMAS DE APROVEITAMENTO, DE DISCIPLINA, DE RELACIONAMENTO OU RECUPERAÇÃO PARALELA )

ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR O RENDIMENTO DA TURMA

AVALIAÇÃO:



O SISTEMA DE AVALIAÇÃO DEVE ESTÁ CONTIDo NO REGIMENTO ESCOLAR E NA PROPOSTA POLÍTICO – PEDAGÓGICA DE CADA UNIDADE ESCOLAR.

L.D.B. LEI FEDERAL N.º 9.394 / 96, LEI FEDERAL N.º 8069 / 90, CONSTITUIÇÕES FEDERAL , ESTADUAL, NORMAS DOS CONSELHOS NACIONAL DE EDUCAÇÃO, ESTADUAL E MUNICIPAL. QUE DÃO SUPORTE A NOSSA EDUCAÇÃO.


AVALIAÇÃO:




A avaliação é um método de adquirir e processar evidências necessárias para melhorar o ensino-aprendizagem. É um auxílio para clarificar os objetivos significativos e as metas educacionais do ensino e da aprendizagem.
Inclui uma grande variedade de evidências que vão além do exame usual de papel e lápis. E é um processo para determinar, em que medida os alunos estão se desenvolvendo dos modos desejados.
É um sistema de análise, pelo qual pode ser determinada, etapa por etapa do processo ensino - aprendizagem, a efetividade. É ainda um instrumental da prática educacional para verificar se procedimentos alternativos são ou não igualmente efetivos ao alcance de um conjunto de fins educacionais.
Envolve uma coleta sistemática de dados, por meio dos quais se determinam as mudanças que ocorreram no comportamento do aluno, em função dos objetivos educacionais e em que medida estas mudanças ocorrem.





O CONSELHO DE CLASSE EFETIVEMENTE:



-ORIENTA OS PROFESSORES NA AVALIAÇÃO CONSTANTE DOS ALUNOS.


-RESSALTA OS ASPECTOS QUALITATIVOS E FORMATIVOS ATRAVÉS DA AVALIAÇÃO CONSTANTE E PERMANENTE DO APROVEITAMENTO, DA ASSIDUIDADE E ATIVIDADE.



-ANALISA O GRÁFICO DE RENDIMENTO:


-DEBATE SOBRE O APROVEITAMENTO GLOBAL E INDIVIDUALIZADO DAS TURMAS,ANALISANDO ESPECIFICAMENTE AS CAUSAS DOS BAIXOS E ALTOS RENDIMENTOS E AS ESTRATÉGIAS A SEREM UTILIZADAS PARA A RECUPERAÇÃO PARALELA ( DEVENDO O PROFESSOR APRESENTAR,TAMBÉM,UM PLANEJAMENTO DE COMO VAI APLICAR A RECUPERAÇÃO ).

COC

PARA QUÊ ?

COM VISTAS A MELHORIA QUALITATIVA DO PROCESSO ENSINO – APRENDIZAGEM.

POR QUÊ ?

NECESSIDADE DE INTEGRAÇÃO DE TODOS OS ELEMENTOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO ENSINO – APRENDIZAGEM.

QUANDO ?

INSTITUÍDO OFICIALMENTE PELO PARECER NÚMERO 1367,SOB A FORMA DE REUNIÕES BIMESTRAIS DE PROFESSORES, JUNTAMENTE COM O DIRETOR GERAL E O PEDAGÓGICO,COM VISTAS O ACOMPANHAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS.

EVOLUÇÃO ?

O COC. NÃO É APENAS UM MOMENTO; CARACTERIZA-SE, ATUALMENTE,PELA IDÉIA DE CONTINUIDADE.

COMO ?

AVALIANDO O ALUNO GLOBALMENTE.
AVALIANDO TODO PROCESSO EDUCATIVO.

ONDE ?

ACONTECE TODA A VEZ QUE AS PESSOAS SE ENCONTRAM
-O GABINETE DO DIRETOR.
-NA SALA DE AULA.
-NO PÁTIO.
-NA HORA DA ENTRADA DOS ALUNOS.
-NAS REUNIÕES BIMESTRAIS.
-NA HORA DA ATIVIDADE ESPORTIVA.
-NAS REUNIÕES GERAIS SEMANAIS.
-NA SALA DOS PROFESSORES.
-NO REFEITÓRIO.

O QUE É ?

É UM PROCESSO DINÂMICO QUE POSSIBILITA MUDANÇAS NAS RELAÇÕES E PROCEDIMENTOS NO INTERIOR DA ESCOLA .


PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES DO CONSELHO DE CLASSE PARA O PROCESSO ENSINO - APRENDIZAGEM.


1-ALERTAR O PROFESSOR PARA A AVALIAÇÃO COMO PROCESSO GLOBAL – CONTÍNUO – COTIDIANO – QUE DEVE DECORRER DE TODOS OS CONTATOS QUE MANTÉM COM O ALUNO – NÃO SE RESTRINGINDO À MEDIÇÃO DE CONHECIMENTOS TEÓRICOS OU ACADÊMICOS.


2-ACENTUAR QUE NÃO DEVE HAVER “UMA OCASIÃO ESPECIAL EM CLASSE” – PARA ESTA AVALIAÇÃO FAZER – SE ,COMO NO ENSINO TRADICIONAL EM QUE HAVIA O DIA DE PROVA, O DIA DA ARGUIÇÃO OU SABATINA, LIMITANDO TODO O ESFORÇO DO ALUNO A UMA ÚNICA OPORTUNIDADE.


3-PROPORCIONAR CONTATOS PERIÓDICOS E ENTROSAMENTO ENTRE OS PROFESSORES DE TODAS AS SÉRIES , TURMA E TURNO, CRIANDO A SITUAÇÃO DE ANÁLISE – CRÍTICA DE PROBLEMAS E DAS DIFICULDADES QUE LHE SÃO COMUNS.


4-VALORIZAR A COMUNICAÇÃO E O RELACIONAMENTO DA EQUIPE ESCOLAR.



PARA REFLEXÃO:



Apreciar, ouvir, entender, confirmar, opinar, conhecer, sugerir, participar, avaliar, reformular, decidir...
São oportunidades de que os educadores desfrutam ao participarem do C.0.C. , valorizando desta forma o seu próprio trabalho e atuando mais decisivamente no processo educacional.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Reciclagem com Pet

Vivemos em uma época em que reciclar é fundamental.

Nós, como educadores temos que fazer a nossa parte pela conservação do planeta e ensinar isso aos nossos alunos.

Tive uma experiência maravilhosa no ano passado, ao trabalhar com material reciclável nas minhas aulas, ou seja trabalhar com "lixo", como diria alguns.

Foram muitos e muitos rolinhos de papel higiênico, bandejinhas de carne, papeis de todos os tipos, caixas de sapato e garrafas pet.

Foi Jeanne, minha amiga arte-educadora que me ensinou esse bom hábito. E tanta coisa bonita surgiu...

A atividade com sucata não tem hora de acontecer.

Pode ser depois de uma aula de Ciências, de uma contação de histórias e para exercitar o controle motor.

Para as crianças é muito mais pedagógico e interessante criar um objeto a partir de uma sucata do que copiar ondinhas no caderno.

Criar com sucata, favorece a auto estima, a concentração, a sociabilidade, a criatividade, a noção de tempo espaço e tantas outras coisas mais.

No site Utsumi na seção de dicas, você encontra tutoriais para confeccionar caixinhas, pastas, cadernos, flores, tudo em Pet.

É tudo muito bonito, de bom gosto, o tutorial é muito bem explicadinho e os objetos muito fáceis de fazer.

Você pode inclusive criar lindos e alternativos presente para as mamães.

As atividades de criação com sucata podem ser feitas desde o infantil até a EJA.

Click aqui:http:www.utsumi.com.br

terça-feira, 1 de abril de 2008

V Encontro de Literatura Infantil e Juvenil - Leitura e Crítica

FACULDADE DE LETRAS - UFRJ
8 a 10 de julho de 2008 – DAS 9 ÀS 17h

logo eventoNos dias 8, 9 e 10 de julho de 2008, acontecerá, na Faculdade de Letras de UFRJ (Ilha do Fundão), das 9h às 17h, o V Encontro com a Literatura Infantil e Juvenil: leitura e crítica. Durante o evento, haverá conferências, palestras e mesas-redondas, com renomados pesquisadores, escritores e ilustradores, além da apresentação de pesquisas e relatos de experiência com a temática do Encontro. O objetivo principal do V Encontro é a formação de professores e alunos, por meio de debates teóricos e propostas pedagógicas, visando à conscientização do (futuro) profissional de Letras, Artes, Educação, Música, História e áreas afins para a importância de leitura e do estímulo ao prazer de ler, com base em obras literárias de qualidade.

Público alvo: professores de ensino fundamental e médio; alunos de graduação e pós-graduação de Letras, Educação, Música, História, Belas Artes e áreas afins; pessoas interessadas em literatura infantil e juvenil.

INSCRIÇÕES

PROGRAMAÇÃO PROVISÓRIA (MARÇO/2008)

MINICURSOS & OFICINAS

NORMAS PARA ENVIO DOS TEXTOS INTEGRAIS DAS COMUNICAÇÕES E RELATOS DE EXPERIÊNCIA.

Informações sobre passagem, hospedagem e transfer hotel-Ilha do Fundão-hotel:
Caffarena Agência de Viagens e Turismo LTDA.
Tel: (21) 2532-1483 (Alexander ou Maxoel)
Fax: (21) 2240-8322
e-mail: caffarena@alternex.com.br

Pais devem ficar atentos com uso exagerado de videogames

Como pais e educadores precisamos estar atentos para as atividades de nossos filhos e alunos.

Quanto mais nos informamos, melhor saberemos resolver os conflitos inerentes a cada fase e faixa etária de nossos queridos.

Posto essa matéria que achei interessante.

Psiquiatra alerta que o fato dos jovens passarem várias horas jogando videogame pode gerar comportamentos compulsivos. Alguns casos são tratados como vícios semelhantes aos de toxicômanos

Educadores e especialistas alertam que os jogos de videogame devem ser escolhidos dentro das características de cada faixa etária. Além disso, o tempo gasto no equipamento deve ser limitado, para não prejudicar a convivência social das crianças, adolescentes e até dos adultos. O professor da Universidade de Guadalajara, Guillermo Orozco, alerta que qualquer tecnologia – inclusive a televisão – deve ser afastada de bebês de até dois anos. “Eles precisam viver uma etapa sem representações tecnológicas do mundo, têm de ver a vida com seus próprios olhos”, diz. O fato dos jovens passarem várias horas jogando videogame em casa ou em lan houses pode gerar comportamentos compulsivos. O psiquiatra Rafael Boechat, da Universidade de Brasília, explica que em casos extremos tais condutas devem ser tratadas como vícios semelhantes aos de toxicômanos. Segundo ele, o jogo, assim como as drogas, contribui para a produção de serotonina e dopamina, dois neurotransmissores relacionados à sensação de prazer. Ambos desempenham um papel importante no funcionamento do sistema nervoso.

[Jornal de Brasília (DF) – 01/04/2008]