quarta-feira, 31 de março de 2010

CONAE

Domingo começou a CONAE, conferência Nacional de Educação.
Eu estava chegando ao aeroporto de Brasília, vinda de Góias, quando vi a recepcionista aguardando os participantes chegarem de seus vôos.
Eu estava voltando  para o Rio, para casa, e me senti feliz coim o burburinho, senti uma sensação de dever cumprido.
Ter organizado a conferência muncipal de Educação de Japeri,  ter sido membro da competente equipe que organizou a intermunicipal da Merto I com sede em Nova Iguaçu, ter partcipado da etapa estadual,  foi para mim, uma experiencia engrandecedora como profissional.
Algumas das questões pelas quais acredito e lutei para serem inseridas,  foram aprovadas, como a eleição democrática para diretores.
É inadimissível que as indicações polticas continuem fazendo parte da realidade escolar como moeda de troca. Essas indicações são a cada ano que passam mais vergonhosas  e autoritárias

Essas são noticias fresquinhas do front.

Debatedores levarão propostas à plenária final nesta quinta

Quarta-feira, 31 de março de 2010 - 18:51 
 
A reserva de 50% das vagas nas universidades públicas para alunos egressos de escolas púbicas, a eleição de diretores de escolas, o fortalecimento dos conselhos municipais e a regulação de todos os níveis da educação básica privada foram algumas das propostas aprovadas nesta quarta-feira, 31, por 2,5 mil delegados de todo o país, durante a Conferência Nacional de Educação (Conae), em Brasília.

As propostas, distribuídas em seis grandes eixos temáticos, foram debatidas desde a tarde de terça-feira, 30. Os delegados discutiram e propuseram modificações ao texto oriundo de debates anteriores, realizados em conferências estaduais e municipais. O resultado das votações será enviado à plenária final nesta quinta-feira, dia 1º. O texto aprovado na plenária final servirá como base para a elaboração de políticas educacionais, como o Plano Nacional de Educação.

“Fazer 1,5 mil conferências municipais, 27 estaduais, mobilizar 400 mil delegados nessas etapas e reunir 2,5 mil delegados nacionais, além de fazer com que todos estejam completamente compenetrados na discussão, é algo muito significativo”, avaliou o coordenador da Conae, Francisco das Chagas.

As propostas aprovadas nas plenárias de eixos receberam 50% de votos mais um dos presentes às discussões e só serão novamente apreciadas na plenária final caso algum delegado faça essa solicitação. Cerca de 14 outras proposições receberam entre 30% e 50% de votos nas plenárias de eixos e serão necessariamente votadas no debate final. As propostas com menos de 30% de votos foram rejeitadas.

As plenárias de eixos foram distribuídas em seis grandes grupos. O eixo 1 tratou de questões ligadas ao papel do estado na garantia do direito à educação de qualidade: organização e regulação da educação nacional. O eixo 2 debateu a qualidade da educação, gestão democrática e avaliação; o 3, democratização do acesso, permanência e sucesso escolar. A formação e valorização dos profissionais da educação foi tema do eixo 4. Os eixos 5 e 6 se referiram, respectivamente, ao financiamento da educação e controle social e à justiça social, educação e trabalho: inclusão, diversidade e igualdade.
 

terça-feira, 23 de março de 2010

Trabalhar com o tema Água



Ontem foi o Dia da Agua, e esse tema é tão amplo e importanta que pode ser trabalhado adurante semanas. Aí va´ima dica de sequencia didática para o Ensino Fundamental.


Plano de aula 1 - A água no cotidiano


Planeta Sustentável
Introdução

Ao lado da biodiversidade e do aquecimento global, a disponibilidade de água está se tornando uma das principais questões socioambientais do mundo atual. Relatórios da ONU indicam que quase 20% da humanidade - cerca de 1 bilhão de pessoas – não têm acesso à quantidade mínima aceitável de água potável e aos 20 a 50 litros diários necessários para beber, cozinhar e tomar banho. Em contrapartida, o consumo per capita em países ricos como Estados Unidos e Canadá é de 300 litros diários de água. Inúmeras regiões do planeta já estão marcadas pela escassez e pelo estresse hídrico – desequilíbrio entre demanda e oferta de água, causado, entre outros fatores, pela contaminação dos recursos. Esse quadro vem gerando disputas e conflitos.

Este plano de aula inicia uma série de cinco propostas para trabalhar com a questão hídrica no Ensino Fundamental. Serão abordados aqui, sob o ângulo da sustentabilidade e do consumo consciente, a origem, composição e distribuição da água e seus caminhos pela natureza, essenciais para compreender sua importância: sem ela, não seria possível a vida na Terra.

Objetivos 
Identificar a presença da água no cotidiano e reconhecer sua importância como recurso natural indispensável à vida no planeta.
Reconhecer as diferentes etapas e processos que constituem o ciclo da água na natureza e avaliar repercussões das alterações nele promovidas pelas atividades humanas.

Conteúdos
Água: distribuição, usos e consumo e ciclo da água

Ano
1º ao 5º

Tempo estimado Quatro aulas

Desenvolvimento das atividades Primeira aula
De onde vem a água? Como ela chega até as nossas casas, pronta para o consumo? Como a utilizamos? Como podemos economizá-la, evitando o risco de o recurso faltar no futuro? Essas questões podem ser o ponto de partida para planos de estudo, projetos ou sequências didáticas sobre a questão da água.

Pode-se propor, de início, que os alunos elaborem, em pequenos grupos, listas com o uso da água em suas atividades diárias: para beber, tomar banho, escovar os dentes e lavar as mãos e o rosto, cozinhar, lavar objetos etc. Conversando entre si, podem descobrir também outros usos não diretamente ligados ao seu próprio cotidiano, como o agrícola e o industrial. Peça que todos mostrem os trabalhos à turma e discuta os resultados, destacando a presença e a importância da água em praticamente tudo o que fazemos. Aproveite e assinale, também, que ela é essencial ao organismo humano porque ajuda a regular a temperatura do corpo e a diluir ou transportar substâncias.
Segunda aula
As turmas podem iniciar esta aula assistindo ao vídeo Saber sobre a água, da Universidade de São Paulo. Como ele também mostra aspectos do ciclo da água na natureza e sua presença na superfície terrestre (rios, lagos e mares) e na atmosfera, pode-se aproveitar para conversar sobre isso com os estudantes. Estimule-os a falar sobre aspectos climáticos que já tenham observado, como os períodos de maior ou menor precipitação, que denotam padrões sobre a presença da água. Assinale que a Terra é o único planeta do Sistema Solar que tem a água nos três estados (sólido, líquido e gasoso). Ao final da aula, eles podem fazer representações em desenhos, textos ou colagem de figuras sobre os caminhos da água, sem a preocupação com a precisão sobre termos e processos neste momento.
Terceira e quarta aulas Dedique as duas últimas aulas à preparação e à exposição dos resultados finais. Com base no que já foi visto, proponha aos estudantes o debate sobre formas de economizar e utilizar adequadamente a água (a reportagem “Poluição e desperdício reduzem a água disponível no Brasil” tem dados sobre usos e consumo no Brasil ). Esclareça que, para chegar às residências e aos estabelecimentos comerciais e industriais, a água é captada em rios, lagos ou reservatórios, vai para uma estação de tratamento, onde passa por processos de filtragem e purificação, sendo distribuída pela rede aos domicílios e estabelecimentos, pronta para o consumo. Recomenda-se filtrar ou ferver a água antes de bebê-la.

Organizado em pequenos grupos, o pessoal pode elaborar folhetos com dicas para economizar água. Nas residências, é preciso atenção especial com o uso da água no banheiro (não tomar banhos demorados, fechar a torneira ao escovar os dentes ou fazer a barba, consertar vazamentos etc.), na cozinha (manter torneiras fechadas ao ensaboar a louça), evitar o uso de mangueiras em jardins e na lavagem de carros ¬– o gasto de água é muito maior do que com o uso de balde. O controle do consumo residencial pode ser acompanhado pela leitura da conta mensal. Os mesmos procedimentos valem para os ambientes de trabalho. Chame a atenção dos estudantes para as responsabilidades do poder público, encarregado de consertar ou instalar redes de abastecimento e coleta de água e tratamento de esgotos, fazer reparos em vazamentos ou realizar a limpeza de espaços públicos. Os alunos podem desenhar ou colar figuras e desenhos para ilustrar o folheto, que pode ser distribuído a outras turmas da escola e à comunidade.
Avaliação
Leve em conta os objetivos definidos inicialmente. Como a sequência didática é um conjunto articulado de aulas e atividades, registre a participação dos estudantes nas diferentes etapas e nos trabalhos individuais e coletivos. Examine a produção de textos, painéis, desenhos e outros trabalhos realizados por eles. Se necessário, promova debates ou atividades individuais para examinar o que os estudantes aprenderam neste percurso.

Fonte: Nova Escola

A Escola, o Multiculturalismo e a Interdisciplinaridade

A escola de hoje deve procurar organizar no seu Projeto Político Pedagógico, a intenção de desenvolver o currículo de forma integrada, de maneira que os conteúdos, mesmo que ainda organizados em disciplinas, sejam abordados por temas nas diversas disciplinas, as quais por sua vez, se mantêm articuladas com a intenção de que o conhecimento construído pelos educandos venha a ajudá-los na análise, interpretação, compreensão e problematização dos fatos e dos fenômenos da realidade complexa em que vivem.

Os conteúdos específicos referentes a cada disciplina são considerados como formas de se desenvolver, nos educandos, competências e habilidades que são desenvolvidas e consolidadas, por processos de ensino-aprendizagem caracterizados pelo diálogo entre temas e conteúdos de uma mesma disciplina, assim como entre as diversas disciplinas entre si.
Atualmente, vivemos numa sociedade que é caracterizada pela sua complexidade, e a escola é o local onde os fenômenos sociais e as diversas maneiras e concepções de vida social são trabalhados, analisados e discutidos nas diferentes disciplinas.
Desse modo, o educador de infância vê-se diante de diferentes desafios, entre os quais, o de encontrar o meio termo entre o desafio à lógica disciplinar e a sistematização dos conteúdos. É necessário o diálogo entre as disciplinas, na construção dessa realidade.

A interdisciplinaridade deve reconhecer o domínio de cada área.
Ela deve propiciar as condições necessárias para a coexistência de um diálogo entre as disciplinas.
Tem a finalidade de estabelecer uma relação que leve o educando a compreender, processar, pensar, criticar e incorporar os diferentes conteúdos e as ligações entre as disciplinas, permitindo-lhe uma construção coerente e lógica dos conhecimentos adquiridos nas diferentes áreas.
O currículo da escola, deve trabalhar em prol da formação de identidades abertas a esta pluralidade cultural, desafiadoras de preconceitos, numa perspectiva de educação para a cidadania, para a paz, para a ética nas relações interpessoais, para a crítica às desigualdades sociais e culturais. Para dar conta da formação do cidadão do século XXI, a escola deve estar comprometida em propiciar, através de diversas linguagens, a construção do saber, do conhecimento, preparando o educando para a transformação do mundo. Pela convivência com as diversas manifestações culturais, impregnadas de crenças, costumes e valores, espera-se que cada indivíduo passe a reconhecer e respeitar o direito do outro à diversidade.
É necessário que o educador reconheça que a humanidade caracteriza-se pela produção da linguagem como sistema simbólico, que torna possível a construção de referências culturais, o desenvolvimento cognitivo e a formação e circulação de valores; que as diversas formas de expressão dos educandos devem ser respeitadas, em função da sua história de vida.
É necessário que o educador perceba os educandos como cidadãos de hoje, indivíduos que participam num mundo social, do qual a escola representa apenas uma de suas instâncias. Isso envolve respeitar as suas experiências de vida, a sua linguagem e os seus valores culturais, pois não existem conhecimentos que sejam melhores ou mais legítimos do que outros.
Não cabe à escola, desqualificar ou ignorar essas experiências, e sim tentar incorporá-las, a fim de que o educando perceba uma articulação da vida social com seu quotidiano. Ao dar liberdade de expressão aos educandos, a escola permite que estes sejam encorajados a actuar criticamente em outras instâncias do mundo social.
A postura ética e crítica do indivíduo abarca a assimilação e reconstrução dos conceitos, da cultura e do conhecimento público da comunidade social no qual o educando está inserido. A escola deve desenvolver no educando a capacidade de expressar e comunicar as suas ideias, participar e interpretar as produções culturais, intervir pelo uso do pensamento lógico, da criatividade e da análise crítica.
Este processo é viabilizado pelas disciplinas que propiciam ao educando o seu crescimento como cidadão consciente e crítico, como inserção social, política e compromisso histórico, além do exercício quotidiano dos seus direitos, deveres, atitudes, condutas, como uma atitude de respeito às diversidades e autoconfiança.

Webgrafia: http://sitededicas.uol.com.br/jardim dos pequeninos

segunda-feira, 22 de março de 2010

Chico Mendes para crianças

No fim da semana passada tive uma surpresa muito agradável.

Finalmente meu livro infantil do Chico Mendes está pronto, lindamente ilustrado pela Simone Matias e  assim que eu recebi meus exemplares tratrei logo de sair divulgando por aí.
Por sorte minha, o universo conspirou a favor,  e de cara, no dia 19/03, presenteei o Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc  que estava inagurando um projeto chamado Agua Floresta em Mesquita,  cidade vizinha à minha, governada pelo querido Arthur Messias, e que disse que adorou a ideía de ter a vida do Chico contada para crianças.

Bem, que esse livro seja abençoado com todas as benções cosmológicas!!! Amém.

 Arthur Messias, prefeito de Mesquita, eu e Minc

idem

quinta-feira, 18 de março de 2010

Haroldo Costa lança Fala, Crioulo, em Nova Iguaçu

 
 
CONVITE

Roda de Leitura ocupa Espaço Cultural Sylvio Monteiro, segunda-feira, 22

A Coppir-Nova Iguaçu tem a honra de convidar a V.Sas para Roda de Leitura com Haroldo Costa, na próxima segunda-feira, dia 22 de março, no Espaço Cultural Sylvio Monteiro, em Nova Iguaçu.

O Roda de Leitura é um projeto educacional, conforme recomenda a Lei 10.639, cujo comando é do jornalista Mauro Viana. O Roda de Leitura tem edições bimestrais, no Museu da República. Na edição especial-Nova Iguaçu,  Haroldo Costa vai conversar com os convidados e  promover noite de autógrafos do livro Fala, Crioulo.
O livro reúne mais de 200 personalidades negras. Entre elas,Pelé,Mestre Didi, Zezé Motta, Neguinha da Beija-Flor, Marcelo Paixão,Da Gama, Iléa Ferraz e o ex-Ministro Joaquim Barbosa.
Depois dos autógrafos, os convidados compartilhará de um coquetel e da exposição Mulheres Negras Preto PRETO NO PRETO  no próprio Espaço Cultural Sylvio Monteiro, que fica na Rua Getúlio Vargas 51,
Centro – Nova Iguaçu (ao lado da estação ferroviária, na rua da Paróquia N. S. de Fátima e São Jorge).
(21) 2667-2157 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 2667-2157      end_of_the_skype_highlighting e 2667-2631.
Recomenda-se chegar com 1 hora de antecedência para aquisição de senha.

ENTRADA FRANCA
produção e apresentação: Mauro Viana (8648-4736)
apoio Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu -Secretaria de Cultura eTurimo de Nova Iguaçu - Associação Cultural República do Samba - JIMP Comunicação - Trem da Harmonia.
Realização: Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial
Rua Therezinha Pinto, 297 – Centro – Nova Iguaçu– RJ –  Tel.:2767-9767

I Fórum Regional da Cultura Afro - Indígena Brasileira

PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

19horas – Abertura pela Secretária Municipal de Educação, Cultura e Turismo de Comendador Levy Gasparian: Vanessa Souza da Silva – Doutoranda (UERJ)

19h15min – Composição da mesa com os Secretários de Educação e Prefeitosdos municípios participantes do I Fórum Regional da Cultura Afro-indígena no Brasil.

19h25min – Execução do Hino Nacional

19h30min – Apresentação do projeto de lei 1962/2004, que autoriza aelaboração do projeto para definir a inclusão nos currículos do ensinofundamental e médio das escolas da rede pública, considerando a
obrigatoriedade da temática: “História e Cultura Afro-brasileira” – pelo Deputado Estadual Noel de Carvalho.

19h45min – Composição da mesa redonda para início dos trabalhos com as
educadoras convidadas:

Andréa Borges de Medeiros
 Pedagoga, Mestre em Educação (UFJF), com pesquisasnos processos de construção de identidades de afrodescendentes.É doutoranda do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação da UFJF- PPGE e Pesquisadora do NEAB – Núcleo de Estudos Afro-brasileiros.

Cristina Bastos Augusto-Licenciada em História (FFAA) e Especialista em História
Social do trabalho (USS). Professora atuante da rede municipal e
estadual de ensino, com experiência em História e Cultura Afrobrasileira
e Africana.

Regina Célia Ferreira de Mattos-Pedagoga (FFAA) e Especialista em Planejamento
Educacional (UFLA). Coordenadora Pedagógica da rede municipal e estadual de ensino, com militância em movimentos de inclusão social e cultura afro-brasileira.

19h50min – Exposição das educadoras

21h– Abertura para debate e troca de experiências

21h30min - Encerramento

Local do Evento:Teatro Celso Peçanha, Tres Rios
Horario: 19h as  22h

PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA

24/Março às 18:30 h: Educação Ambiental, Comunicação Comunitária, Cinema, Educação e Cultura o PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA abre suas atividades públicas do ano de 2010

O Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra, projeto político pedagógico do Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira, iniciará suas atividades públicas do ano de 2010 no dia 24 de março (quarta-feira) às 18:30 h, com dois de seus projetos, o de Educação Ambiental e o de Comunicação Comunitária.

O projeto de Educação Ambiental: Avaliação do Direito ao Meio Ambiente em Quintino Bocaiúva e Adjacências, apresentará o conceito (e as práticas) de consumo responsável de energia.

O Projeto MÍDIA: Criação do Espaço Cidadão e Formação de Identidades proporá que se pense sobre a formação da imagem das pessoas e da cidade pela imprensa, em partcicular pelo fotojornalismo.

Será um programa de cinema com a exibição de dois filmes: o curtíssima "EFICIÊNCIA ENERGÉTICA" e o longa "ABAIXANDO A MÁQUINA: ética e dor no fotojornalismo carioca" que vem fazendo uma premiada trajetória em mostras e festivais. Encontro possível pelas parcerias com a Cômite de Democratização da Informática - CDI, que existe há algum tempo, e com o CISANE a partir de agora, que tem uma equipe especializada em cineclubismo itinerante.

Será dia 24 de março a partir das 18:30 h no Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira, na Rua Amália s/n - Quintino Bocaiúva.


Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra com os seus projetos
Avaliação do Direito ao Meio Ambiente em Quintino Bocaiúva e Adjacências
e
Projeto MÍDIA: Criação do Espaço Cidadão e Formação de Identidades
Coordenação: Profa. Carla Lopes

História da África na Educação Básica suporte técnico-científico para aplicação da Lei 10.639

Jornal Estado de Minas destaca Almanaque "História da África na  Educação Básica" (Nandyala Editora, 2009). AQUI está a matéria com a entrevista com a autora, a pedagoga Rosa Margarida de Carvalho Rocha.

A NANDYALA publicou o Almanaque ÁFRICA especialmente para você, Professor, Professora. É o material pedagógico ideal para a introdução da História da África no cotidiano escolar, conforme prevê a Lei
10.639/2003. Por meio de orientações metodológicas, referências da história, das culturas, dos intelectuais e das personalidades africanas, mapas, jogos e reflexões de base científica, o Almanaque ÁFRICA é um suporte didático prático, dinâmico, lúdico e eficiente para você.

> Informações: 31-3281-5894 begin_of_the_skype_highlighting              31-3281-5894      end_of_the_skype_highlighting ou atendimento@nandyalalivros.com.br

 "HISTÓRIA DA ÁFRICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA corresponde a um  excelente suporte técnico-científico para a prática pedagógica cotidiana no contexto do PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO DAS  DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ETNICORRACIAIS E PARA O ENSINO DE HISTÓRIA E CULTURA AFROBRASILEIRA E  AFRICANA, nos Ensinos Fundamental e Médio.
Com a competência, militância e dinamismo que lhe são peculiares, a pedagoga Rosa Margarida introduz o(a) educador(a) no universo histórico-cultural africano, em efetivo diálogo com a geografia, economia, política e literatura, convidando-o(a) a uma contínua referenciação aos saberes  tradicionais e à intelectualidade contemporânea de África. Este Almanaque Pedagógico, sem dúvida, colabora significativamente com o atual processo de implantação da Lei 10.639/2003 e, ao mesmo tempo,
 subsidia o Sistema Educacional Brasileiro para a construção de um  ambiente social sustentável, sem racismo, sexismo e outros 'ismos' que, historicamente, desrespeitam, oprimem e ferem a dignidade
 humana." (Iris Amâncio)

I Ciclo de Encontros da Revista África e Africanidades‏

Dias 05 e 12 de  Abril
Horário  9h às 17h
Local:Largo de São Francisco de Paula,34 5º andar Centro RJ

Para vocês visualizarem melhor o conteúdo, é só dá uma clicada nesse lindo folder, que vocês verão, a programação completa das palestras, o investimento e  outros detalhes.

terça-feira, 16 de março de 2010

Curso de Atualização Profissional em bibliotecas‏ - Nova Iguaçu

 A Biblioteca Municipal  Central  Professor Cial Brito de Novava Iguaçu convida a todos a participarem do curso para a Prática do Trabalho em Bibliotecas.

O Curso será no Espaço Cultural Silvio Monteiro  nos dias 12, 13 e 14 de abril de 9 às 17h.




O Contato é  Biblioteca Municipal Central Prof. Cial Brito ou pelos telefone 2667-2631

sexta-feira, 12 de março de 2010

Livros Acadêmicos Grátis

Repassando e-mail recebido: 
 
A Editora Unesp acaba de inaugurar um selo só de livros acadêmicos digitais, em formato pdf. E o melhor de tudo: o download é gratuito. Basta fazer um pequeno cadastro e baixar o livro que interessar. Não se trata de digitalização de acervo, os livros acabaram de ser editados, já na versão digital. Tudo legalizadinho e nos conformes. 

Aí vai o link:
 
www.culturaacademic a.com.br